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O N-TENSE combina Graviola(50%) com mais 7 ervas com propriedades similares e complementares a da Graviola. Estas plantas são processadas e combinadas de forma a agirem de maneira sinérgica e provendo maiores benefícios do que a Graviola sozinha.


Dosagem/Indicações | Interações Medicamentosas | Outras Observações | Componentes

  •  CONTRA INDICAÇÕES
    Não tomar durante a gravidez ou amamentação.

    Muitos ingredientes desta fórmula têm demonstrado atividade hipotensiva, vasodilatadora e cardiodepressiva em estudos feitos em animais. Pessoas com pressão baixa ou que utilizam medicação antihipertensiva devem consultar o seu médico antes de utilizar o N-Tense , e ainda monitorar sua pressão sanguínea freqüentemente.

  • INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
    Este produto pode potencializar a atividade de drogas antihipertensivas e cardiodepressivas. Ele pode potencializar remédios antidepressivos e interferir na reação de drogas inibidoras de MAO( monoaminoxidase).

  • OUTRAS OBSERVAÇÕES
    Muitos ingredientes desta fórmula, tem demonstrado significativas propriedades antimicrobial in vitro. Uso crônico ou prolongado destas plantas pode prejudicar bactérias amigáveis ao trato gastrointestinal, devido as sua propriedades antimicrobianas.
    Complementar a dieta com probióticos e enzimas digestivas é recomedável, se este produto for utilizado por mais de 30 dias.

    Beber muita água(pelo menos 8 copos por dia) é recomendável para evitar ou reduzir a reação Herxheimer.

    As plantas desta fórmula têm sido pesquisadas independentemente no mundo com ativas ações farmacológicas

    As cápsulas do N-TENSE da Raintree são vendidas em frascos de 120 cápsulas contendo 700 mg das seguintes plantas finamente pulverizadas de forma a potencializar seu uso.

  • COMPONENTES

    Graviola(annona Muricata)
    A Graviola tem sido estudada a partir de 1976 no programa de triagem na busca de substâncias anticancerígenas do Instituto Nacional do Câncer nos Estados Unidos destacando a atividade citotóxica contra várias células cancerosas.


    Dois grupos distintos de pesquisadores isolaram novos compostos que demonstraram atividades anti-tumorais, anticancerígenas e de toxicidade seletiva contra vários tipos de células cancerosas, publicando 8 trabalhos científicos com essas descobertas.

    Foi demonstrado que um composto isolado da Graviola mostrou-se seletivamente citotóxico para o carcinoma de células do cólon e 10000 vezes mais potente do que a adriamicina, o fármaco de referência na quimioterapia.

    Quatro novos estudos foram publicados em 1998 que delimitaram quais substâncias específicas demonstravam as mais acentuadas propriedades anticancerígenas e antivirais.

    Um destes estudos revelou que “mostrou citotoxicidade significativa entre seis linhagens de células cancerosas humanas com seletividade para as linhagens celulares de adenocarcinoma prostático (PC-3) e carcinoma pancreático (PACA-2)

    .

    REFERÊNCIAS
    Kim GS, Muricoreacin and murihexocin C, mono-tetrahydrofuran acetogenins, from the leaves of Annona muricata. Phytochemistry. 1998 9;49(2):565
    Padma P, Effect of the extract of Annona muricata and Petunia nyctaginiflora on Herpes simplex virus. J Ethnopharmacol. 1998 5;61(1):81-3.
    Gleye C, Cis-monotetrahydrofuran acetogenins from the roots of Annona muricata. J Nat Prod.1998 May;61(5) 576-9.
    Kim GS, Two new mono-tetrahydrofuran ring acetogenins, annomuricin E and muricapentocin, from the leaves of Annona muricata. J Nat Prod. 1998 Apr;61(4):432-6.
    Zeng L, Five new monotetrahydrofuran ring acetogenins from the leaves of Annona muricata. J Nat Prod.1996 Nov; 59(11): 1035
    Rieser MJ, Five novel mono-tetrahydrofuran ring acetogenins from the seeds of Annona muricata. J Nat Prod.1996 Feb; 59(2):108
    Unpublished Data, National Cancer Institute. Anon: Nat Cancer Inst Central Files - (1976) from Napralert Files, U. of Illinois, 1995
    Wu FE, New bioactive monotetrahydrofuran Annonaceous acetogenins, annomuricin C and muricatocin C, from the leaves of Annona muricata. J Nat Prod. 1995 Jun;58(6):909-15.
    Wu FE, Two new cytotoxic monotetrahydrofuran Annonaceous acetogenins, annomuricins A and B, from the leaves of Annona
    muricata. J Nat Prod. 1995 Jun; 58(6): 830-915, 1430-1437
    Wu FE, Additional bioactive acetogenins, annomutacin and (2,4-trans and cis)-10R-annonacin-A-ones, from the leaves of Annona muricata. J Nat Prod. 1995 Sep;58(9):1430-7.
    Wu FE, Muricatocins A and B, two new bioactive monotetrahydrofuran Annonaceous acetogenins from the leaves of Annona muricata. J Nat Prod. 1995 Jun;58(6):902-8.
    Rieser, M J. et.al. Muricatacin: a Simple Biologically Active Acetogenin Derivative from the Seeds of Annona Muricata (Annonaceae).
    Tetrahedron Lett 32 9: 1137-1140 (1991)
    Other Clinical Researc


    Melão Amargo(Momordica Charantia)
    Estudos científicos publicados nos últimos 10 anos mostram que o Melão Amargo apresenta propriedades anti-tumorais e anti-cancerígenas e muitas pesquisas tem sido realizadas a respeito de suas atividades antivirais e no HIV.

    O Melão Amargo contém os seguintes compostos químicos: 5-hidroxitriptmamina (serotonina), ácido linoleíco, licopeno, zeaxantina e lanoesterol todos possuindo referências sobre atividade anti-cancerígena ou na prevenção do câncer. O Melão Amargo contém também a substância criptoxantina, que tem propriedades antimutagênicas.

    REFERÊNCIAS
    Kimura Y, Primary structures of N-linked oligosaccharides of momordin-a, a ribosome-inactivating protein from Momordica charantia seeds. Agric Biol Chem 1991 Aug;55(8):2031-6
    Porro G, Different cytotoxic activity and intracellular fate of an anti-CD5-momordin immunotoxin in normal compared to tumour cells. Cancer Immunol Immunother 1995 Apr;40(4):213-8
    Bolognesi A, Evaluation of immunotoxins containing single-chain ribosome-inactivating proteins and an anti-CD22 monoclonal antibody (OM124): in vitro and in vivo studies. Br J Haematol. 1998 Apr;101(1):179-88.
    Lee DK, Momordins inhibit both AP-1 function and cell proliferation. Anticancer Res. 1998 Jan-Feb;18(1A):119-24.
    Singh A, Momordica charantia (Bitter Gourd) peel, pulp, seed and whole fruit extract inhibits mouse skin papillomagenesis. Toxicol Lett. 1998 Jan 16;94(1):37-46.
    Leamon CP, Selective targeting of malignant cells with cytotoxin-folate conjugates. J Drug Target. 1994;2(2):101-12.
    Ng TB, Action of alpha-momorcharin, a ribosome inactivating protein, on cultured tumor cell lines. Gen Pharmacol. 1994 Jan;25(1):75-7.
    Leamon CP, Cytotoxicity of folate-Pseudomonas exotoxin conjugates toward tumor cells. Contribution of translocation domain. J Biol Chem. 1993 Nov 25;268(33):24847-54.
    Ng TB, et al. Proteins with abortifacient, ribosome inactivating, immunomodulatory, antitumor and anti-AIDS activities from Cucurbitaceae plants. Gen Pharmacol. 1992 Jul;23(4):579-90.
    Other Clinical Research



    Espinheira Santa (Maytenus Illiscifolia)
    Pesquisas recentes revelaram que a Espinheira Santa assim como outras espécies do gênero Maytenus contêm um grupo de substâncias químicas denominadas maytansinóides que revelaram potentes atividades antitumorais e antileucêmicas em baixas doses.

    Dois destes compostos, maytansina e mayteína, foram testados em pacientes com câncer nos Estados Unidos e na América do Sul na década de 70.

    Embora houvesse uma regressão significativa no carcinoma ovariano e em alguns tipos de linfomas com a utilização da maytansina, estudos posteriores não foram realizados devido a toxicidade das doses utilizadas.

    Porém, na década de 90, pesquisadores sintetizaram os maytansinóides, que se tornaram uma nova classe de agentes tumor-específicos. Pesquisas com a mayteneína revelaram apresentar nenhuma ou pequena toxicidade validando seu uso na medicinal tradicional e popular em vários tipos de câncer de pele

    REFERÊNCIAS
    Shirota O, Cytotoxic aromatic triterpenes from Maytenus ilicifolia and Maytenus chuchuhuasca. J Nat Prod, 1994 Dec.
    Ladino CA, Folate-maytansinoids: target-selective drugs of low molecular weight. Int J Cancer. 1997 Dec 10;73(6):859-64.
    Oliveira MG, Pharmacologic and toxicologic effects of two Maytenus species in laboratory animals. J Ethnopharmacol. 1991 Aug;34(1):29-41.
    Monache, F.D., "Maitenin: A New Antitumoral Substance from Maytenus sp.," Gazetta Chimica Italiana 102 (1972): 317-20.
    Wang XF, [Studies on the antitumor constituents of Maytenus confertiflora Luo et Chen (Celastraceae). II. Isolation and characterization of maytansine and maytanprine from the stems]. Yao Hsueh Hsueh Pao. 1981 Aug;16(8):628-30
    Liu C, Eradication of large colon tumor xenografts by targeted delivery of maytansinoids. Proc Natl Acad Sci U S A. 1996 Aug 6;93(16):8618-23.
    Melo AM, [First observations on the topical use of Primin, Plumbagin and Maytenin in patients with skin cancer] Rev Inst Antibiot (Recife), 1974 Dec.
    F. Cabanillas, "Phase I Study of Maytansine Using a 3-day Schedule," Cancer Treatment Reports 60 (1976):1127-39.
    Chabner, B.A., et al., "Initial Clinical Trials of Mayansine, and Antitumor Plant Alkaloid." Cancer Treatment Reports 62 (1978):
    O'Connell, M.J., "Phase II Trial of Maytansine in patients with Advanced Colorectal Carcinoma," Cancer Treatment Reports 62 (1978): 1237-38
    Lima OG de, [Antimicrobial substances from higher plants. XXXVI. On the presence of maytenin and pristimerine in the cortical part of the roots of Maytenus ilicifolia from the South of Brazil]. Rev Inst Antibiot (Recife). 1971 Jun;11(1):35-8.
    Other Clinical Research
    Other Clinical Research on Mayensine


    Mullaca (Physalis angulata)
    Estudos preliminares indicam que a Mullaca é um eficaz imunoestimulante, citotóxico para numerosos tipos de linhagens celulares de câncer e que tem propriedades antivirais.

    Em vários ensaios n vivo e in vitro, o extrato da planta inteira e/ou suas frações esteroidais demonstraram propriedades imunoestimulantes através do acentuado aumento da blastogênese, da resposta dos anticorpos e do aumento da produção de linfócitos T e B.

    Vários extratos aquosos, hidroalcoólicos e etanólicos da Mullaca e seus esteróides mostraram acentuada citotoxicidade in vitro e in vivo (camundongos) contra numerosos tipos de células cancerosas incluindo leucêmicas, dos pulmões, cólon, cérvix e melanomas.


    REFERÊNCIAS

    Lin, Y. S. 1992. Immunomodulatory Activity of Various Fractions Derived from Physalis angulata L Extract. Amer J Chinese Med 20 3/4: 233-243 (1992)
    Chiang, H., Antitumor Agent, Physalin F from Physalis Angulata L. Anticancer Res 12 3: 837-843 (1992)
    Chiang, H., 1992 Inhibitory Effects of Physalin B and Physalin F on Various Human Leukemia Cells in Vitro. Anticancer Res 12 4: 1155-1162 (1992)
    Lee WC, Induction of heat-shock response and alterations of protein phosphorylation by a novel topoisomerase II inhibitor, withangulatin A, in 9L rat brain tumor cells.
    J Cell Physiol. 1991 Oct;149(1):66-76.
    Juang JK, A new compound, withangulatin A, promotes type II DNA topoisomerase-mediated DNA damage. Biochem Biophys Res Commun. 1989 Mar 31;159(3):1128-34.
    Shingu, K., Three New Withanolides, Physagulins E, F and G from Physalis angulata L. Chem Pharm Bull 40 9: 2448-
    2451 (1992)
    Basey, K., et.al., 1992 Phygrine, an Alkaloid from Physalis Species. Phytochemistry 31 12: 4173-4176 (1992)
    Kusumoto, I., Inhibitory Effect of Indonesian Plant Extracts on Reverse Transcriptase of an RNA Tumour Virus (I). Phytother Res 6 5: 241-244 (1992)
    Biological Assay of Antitumor Agents from Natural Products. Anon: Sabstr Seminar on the Development of Drugs from Medicinal Plants Organized by the Department of Medical Science Department at Thai Farmer Bank, Bangkok Thailand 1982 :129-.
    Other Clinical Research



    Guacatonga (Casearia sylvestris)
    Pesquisadores japoneses, vêm estudando as propriedades anti-cancerígenas da guacatonga desde 1988.

    Eles publicaram uma pesquisa preliminar em 1988 sobre a descoberta destes novos diterpenos clerodano e suas atividades citotóxicas e antitumorais. Este estudo indicou que o extrato da folha demonstrou fortes atividades anti-tumorais em camundongos com sarcoma.

    Em 2002, um grupo bem conhecido de pesquisadores na Carolina do Norte descobriu três novas casearinas nas folhas e galhos da guaçatonga os quais os japoneses não haviam documentado. :

    "Todos os três compostos demonstrados prometem bioatividade tanto na avaliação de citotoxicidade contra um painel de tipos de células tumorais quanto na avaliação antifúngica . . ."9

    Esta pesquisa testou os novos princípios ativos contra células tumorais de pulmão, cólon e ovário e indicou que os três compostos obtiveram valores de IC50 na média de 0.2 e 0.8:M.

    Esta pesquisa foi patrocinada pelo Instituto nacional do Câncer dos EUA (NCI) e Instituto nacional de Saúde e foi realizado por uma empresa de biotecnologia sem fins lucrativos , uma grande indústria farmacêutica e uma importante universidade.
    VEJA A BASE DE DADOS
    .
    REFERÊNCIAS
    Borges, M., et al. "Neutralization of proteases from Bothrops snake venoms by the aqueous extract from Casearia sylvestris (Flacourtiaceae)." Toxicon 2001; 39(12): 1863-69.
    Borges, M., et al. "Effects of aqueous extract of Casearia sylvestris (Flacourtiaceae) on actions of snake and bee venoms and on activity of phospholipases A(2)." Comp. Biochem. Physiol. B. 2000 Sep 1; 127(1): 21-30.
    Borges, M., et al. "Partial purification of Casearia sylvestris Sa. extract and its anti-PLA2 Action." Comp. Biochem. Physiol. Ser. B. 2000; 127b(1): 21-30.
    Itokawa, H., et al. "Antitumor principles from Casearia sylvestris Sw. (Flacourtiaceae), structure elucidation of new clerodane diterpenes by 2-D NMR spectroscopy." Chem. Pharm. Bull. (Tokyo) 1988 March; 36(4): 1585-88.
    Itokawa, H., et al. "Isolation of diterpenes as antitumor agents from plants." Patent--Japan Kokai Tokyo Koho-01 1989; 149, 779: 6pp.
    Itokawa, H., et al. "New antitumor principles, casearins A-F, for Casearia sylvestris Sw.
    (Flacourtiaceae)" Chem. Pharm. Bull. (Tokyo) 1990; 38(12): 3384-88.


    Vassourinha (Scoparia dulcis)
    Desde um estudo publicado em 1993, a atividade antitumoral da Vassourinha tem sido associada ao seu princípio ativo principal, ácido scopadulcico B.

    Este mesmo composto e um outro denominado scopadulina demonstraram propriedades antivirais em dois estudos anteriores, incluindo atividade in vivo em hamsters no Herpes Simples I.

    A Vassourinha é uma ótima fonte de ácido betulínico, um composto com atividades anticarcinômica, antimelanoma, antiviral e citotóxica comprovadas. Em estudos utilizando animais tratados com quantidades superiores a 2 g/kg de peso corporal da Vassourinha, não foi descrita toxicidade.

    REFERÊNCIAS
    Nishino H, 1993. Antitumor-promoting activity of scopadulcic acid B, isolated from the medicinal plant Scoparia dulcis L. Oncology 50(2), 100-103 (1993)
    Hayashi, T., 1992 Scoparic Acid A, a Beta-glucuronidase Inhibitor from Scoparia dulcis. J Nat Prod55 12: 1748-1755
    Pereira-Martins SR, In vitro and in vivo study of the clastogenicity of the flavone cirsitakaoside extracted from Scoparia dulcis L.(Scrophulariaceae). Teratog Carcinog Mutagen. 1998;18(6):293-302.
    Hayashi T, A cytotoxic flavone from Scoparia dulcis L. Chem Pharm Bull (Tokyo). 1988 Dec;36(12):4849-51. Hayashi, T., 1993. A New Chemotype of Scoparia dulcis. Phytochemistry 32 2: 349-352 (1993)
    Jeffery B. Harborne and H. Baxter, eds. 1983.
    Phytochemical Dictionary. A Handbook of Bioactive Compounds from Plants. Taylor & Frost, London.
    791 pp
    Other Clinical Research



    Mutamba (Guazuma ulmifolia)
    Num estudo de 1990, um grupo de pesquisadores brasileiro demonstrou que o extrato das folhas da Mutamba era citotóxico (in vitro) contra células cancerosas, resultando numa inibição de crescimento celular em 97,3%.

    As últimas pesquisas enfocaram a descoberta de antioxidantes encontrados no tronco e nas folhas da Mutamba e sua capacidade de interferir com a enzima prostaglandina sintetase, um processo pela qual a bactérias e patógenos se replicam.

    A Mutamba também teve a propriedade hipotensora, antibacteriana, relaxante da musculatura lisa, antifúngica e estimulante uterina investigadas.


    REFERÊNCIAS
    Nishino H, 1993. Antitumor-promoting activity of scopadulcic acid B, isolated from the medicinal plant Scoparia dulcis L. Oncology 50(2), 100-103 (1993)
    Hayashi, T., 1992 Scoparic Acid A, a Beta-glucuronidase Inhibitor from Scoparia dulcis. J Nat Prod55 12: 1748-1755
    Pereira-Martins SR, In vitro and in vivo study of the clastogenicity of the flavone cirsitakaoside extracted from Scoparia dulcis L.(Scrophulariaceae). Teratog Carcinog Mutagen. 1998;18(6):293-302.
    Hayashi T, A cytotoxic flavone from Scoparia dulcis L. Chem Pharm Bull (Tokyo). 1988 Dec;36(12):4849-51.
    Hayashi, T., 1993. A New Chemotype of Scoparia dulcis. Phytochemistry 32 2: 349-352 (1993)
    Jeffery B. Harborne and H. Baxter, eds. 1983.
    Phytochemical Dictionary. A Handbook of Bioactive Compounds from Plants. Taylor & Frost, London.
    791 pp
    Other Clinical Research



    Unha de Gato (Uncaria tomentosa)
    A Unha de Gato é mais conhecida por suas referências e pelos alcalóides patenteados que estimulam o sistema imunológico, fato este que levou a sua utilização ao redor do mundo no tratamento secundário do câncer e AIDS assim como em outras enfermidades que tem um impacto negativo no sistema imunológico.

    Junto com sua atividade imunoestimulante , outras propriedades anticancerígenas foram descobertas nos alcalóides assim como em outros compostos da Unha de Gato.

    Cinco dos alcalóides oxindólicos tiveram suas propriedades antileucêmicas pesquisadas e várias extratos das raízes e do tronco demonstraram propriedades antitumorais e antimutagênicas.

    Em seu trabalho, Keplinger observou numa pesquisa clínica que em um tratamento com Unha de Gato em conjunto com terapias tradicionais contra câncer (quimioterapia e radioterapia), pacientes com câncer relataram poucos efeitos colaterais devido a esses tratamentos como queda de cabelo, perda de peso, náusea, infecções secundárias e problemas dermatológicos.


    REFERÊNCIAS
    Nishino H,
    1993. Antitumor-promoting activity of scopadulcic acid B, isolated from the medicinal plant Scoparia dulcis L. Oncology 50(2), 100-103 (1993)
    Hayashi, T., 1992 Scoparic Acid A, a Beta-glucuronidase Inhibitor from Scoparia dulcis. J Nat Prod55 12: 1748-1755
    Pereira-Martins SR, In vitro and in vivo study of the clastogenicity of the flavone cirsitakaoside extracted from Scoparia dulcis L.(Scrophulariaceae). Teratog Carcinog Mutagen. 1998;18(6):293-302.
    Hayashi T, A cytotoxic flavone from Scoparia dulcis L. Chem Pharm Bull (Tokyo). 1988 Dec;36(12):4849-51.
    Hayashi, T., 1993. A New Chemotype of Scoparia dulcis. Phytochemistry 32 2: 349-352 (1993)
    Jeffery B. Harborne and H. Baxter, eds. 1983.
    Phytochemical Dictionary. A Handbook of Bioactive Compounds from Plants. Taylor & Frost, London.
    791 pp
    Other Clinical Research



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