SELECIONAR

:: Amazon AV
:: Bowel Support
:: Graviola
:: Immune Support
:: Jergon Sacha

:: Kidney Support

:: Liver Support
:: Lung Support
:: Menstrual Support
:: N-Tense
:: N-Tense 2
:: Prostate Support
:: Unha de Gato

 





 

Relatório Técnico

Nome científico:
Physalis angulata
Família: Solanaceae
Gênero: Physalis
Espécie: Angulata
Sinônimos: Physalis capsicifolia, Physalis lanceifolia, Physalis ramosissima
Nomes comuns: Mullaca, camapu, bolsa mullaca, cape gooseberry, wild tomato, winter cherry, juá-de-capote, capulí cimarrón, battre-autour, k'u chih, 'urmoa batoto bita, cecendet, dumadu harachan, hog weed, nvovo, polopa, saca-buche, thongtheng, tino-tino, topatop, wapotok
Partes Utilizadas:
Toda planta, folhas e raízes.

Informações extraídas do site internacional da Raintree Nutrition Inc
http://www.rain-tree.com/mullaca.htm
Todos os direitos são reservados. É expressamente proibida a cópia, em qualquer formato, sem a prévia autorização por escrito de sua autora Dra.Leslie Taylor

A Mullaca é uma erva indígena anual na maior parte dos trópicos, incluindo a Amazônia. Ela pode ser encontrada na maioria dos continentes nos trópicos, incluindo África, Ásia e Américas.

Cresce até 1 metro de altura, com galhos pequenos, flores de cor creme e produz um fruto comestível pequeno, de coloração clara laranja-amarelada. Esse fruto é referido algumas vezes como uva-espim de cabo.

Usos Tradicionais

A Mullaca tem um grande e garantido espaço na medicina fitoterápica nos países tropicais onde ela cresce. É utilizada pelos índios da Floresta Tropical na Amazônia conforme documentado e seus frutos tártaro-doces são apreciados por vários habitantes da floresta tropical, como animais e seres humanos .

As tribos indígenas da Amazônia utilizam infusão da folha como diurético . Algumas tribos colombianas acreditam que os frutos e as folhas possuem propriedades narcóticas e sua decocção é utilizada como um anti-inflamatório e anti-infeccioso para doenças de pele; outros utilizam chá da folha para asma.

A população indígena da Amazônia Peruana utiliza o suco da folha internamente e externamente para ferimentos; e as folhas e/ou as raízes para dor de ouvido, problemas hepáticos, malária, hepatite e reumatismo. Tribos indígenas da Amazônia brasileira utilizam a seiva da planta para dores de ouvido e as raízes para icterícia .

A Mullaca também têm sido utilizada pelos povos indígenas para distúrbios femininos. Nas Ilhas Salomão , do fruto da mullaca faz-se uma decocção que é tomada para prover fertilidade. Um chá é feito da planta inteira e/ou das folhas nas Índias do Oeste e na Jamaica para prevenir aborto intencional ou espontâneo. No Peru a folha é infundida e utilizada para tratar infecções pós-parto enquanto que em Tonga a planta inteira é utilizada para a mesma condição.


A mullaca é empregada na medicina fitoterápica tanto no Peru quanto no Brasil. Para a medicina fitoterápica peruana a planta é chamada de mullaca ou bolsa mullaca. Para tratar diabetes, raízes de três plantas de mullaca são cortadas e maceradas em 1/4 de litro de rum durante sete dias. È adicionado mel e 1/2 copo deste medicamento é tomado duas vezes ao dia durante 60 dias. Além disso uma infusão feita com as folhas é recomendada como um bom diurético e uma infusão feita com as raízes é utilizada para tratar hepatite. Para asma e malária, a dose é um copo de chá feito a partir das partes aéreas da planta. Na medicina fitoterápica brasileira a planta é chamada de camapu. É empregada para reumatismo crônico, doenças de pele e dermatites , como sedativo e diurético, para febre e vômito e para vários tipos de problemas renais, hepáticos e da vesícula biliar.

Químicos da Planta

Estudos fitoquímicos com a mullaca revelaram que ela contém vários tipos de princípios ativos, que ocorrem naturalmente, incluindo flavonóides, alcalóides e muitos tipos diferentes de plantas esteróides, alguns dos quais nunca foram vistos antes pela ciência. A mullaca têm sido o alvo de pesquisa clínica recente (que ainda está em andamento) baseada em estudos preliminares que mostraram que ela é um imuno - estimulante eficaz, é citotóxica para vários tipos de células de câncer e leucemia, e que possui propriedades antimicrobianas. Os novos esteróides encontrados na mullaca têm recebido a maior atenção, e muitas das ações anti-cancerígenas, anti-tumorais e anti-leucêmicas documentadas são atribuídas a estes esteróides.

Vários extratos da mullaca, assim como estes esteróides extraídos da planta chamados fisalinas, têm demonstrado forte atividade citotóxica in vitro e in vivo (camundongos) contra inúmeros tipos de células cancerígenas de humano e animal , incluindo câncer de pulmão, de cólon, nasofaringe, fígado, cérvix , melanoma e cerebral. Esta pesquisa em câncer foi iniciada em meados dos anos 1980 com pesquisadores na Tailândia e nos Estados Unidos e foi verificado com uma pesquisa realizada na Universidade de Taiwan em 1992 (onde eles demonstraram um efeito citotóxico significante contra cinco tipos de câncer humano e três tipos de câncer em animais). Em 2001, pesquisadores da Universidade de Houston , isolaram ainda outro novo princípio ativo da mullaca, o qual demonstrou importante toxicidade contra células de câncer da nasofaringe, células cancerígenas de adenocarcinoma de pulmão assim como leucemia em camundongos. Os mesmos pesquisadores taiwaneses publicaram um estudo separado com outros princípios ativos anti-leucêmicos da mullaca em 1992, onde foi reportado que dois princípios ativos fisalina inibiram o crescimento de cinco tipos de leucemia aguda, incluindo linfóide (T & B), promielocítico, mielóide e monocítico.

Outros pesquisadores na China e Rússia, demonstraram independentemente, efeitos imunomodulatórios significantes contra blastogênese , enquanto que o aumento de outras funções imunológicas, as quais podem ser relatadas pelos efeitos anti-leucêmicos em camundongos foram vistos por outros pesquisadores. Com as células tumorais , a pesquisa sugere que diversos princípios ativos esteroidais da mullaca, agem na topoisomerase II para deter o ciclo celular em células de câncer assim como para aumentar a fosforilação.

Os principais químicos isolados até agora incluem: ayanin, ácido chlorogenic, choline, ixocarpanolide, myricetin, phygrine, physagulin A thru G, physalin A thru K, physangulide, sitosterol, vamonolide, withaminimin, withangulatin A, withanolide D, withanolide T, ewithaphysanolide.

Atividades biológicas e pesquisas Clínicas

Além das atividades anticancerígenas e antileucemicas, muitos outros grupos confirmaram as atividades antibacterial e antiviral. Pesquisas recentes em 2002 e 2000, a mullaca se mostrou ativa in vitro, contra vários tipos de mycobactérias e micoplasmas( ambos tipos de bactérias bastante resistentes e não sucetíveis facilmente a ação dos antibióticos convencionais) Além disso, a mullaca demonstrou propriedades antibateriais in vitro contro numerosos tipos de bactérias gram positivas e gram negativas, incluindo pseudomas Pseudomonas, Staphylococcus eStreptococcus. Outros grupos de pesquisas no Japão tem focado nas propriedades antivirais e estudos preliminares demonstraram que ela é ativa in vitro contra Polio virus I, Herpes simplex virus I, o vírus do sarampo, e HIV-I-demosntrando (demonstrando efeitos inibitórios na transcriptase reversa).

A mullaca também demonstrou atividades antiespasmódicas em porcos da guinea, propriedades hipotensivas em gatos, propriedades de contração muscular isotônica em sapos, e um efeito anticoagulante in vitro através de outros grupos de pesquisa. Cientistas do Ocidente validaram de alguma forma a utilização indígena para diabetes quando eles reportaram um efeito hipoglicêmico leve em camundongos que receberam um extrato aquoso da raiz. Algum deles pode desejar saber quais seriam os resultados , se eles tivessem seguido os costumes nativos e empregados em extrato alcoólico em substituição ao aquoso.

Usos atuais

Curiosamente, a maioria das pesquisas clínicas , ignoram a utilização indígena local da planta, e por isso muitas das suas utilizações eficazes na medicina fitoterápica continua inexplicada. Suas propriedades antibacterianas testadas poderiam validar sua utilização como antiséptico e desinfectante para doenças de pele e a utilização para tratar gonorréia.
Suas propriedades antivirais poderiam explicar melhor sua longa história de utilização para hepatite , apesar dos cientistas não terem testado sua especificidade contra hepatite. Possivelmente as propriedades antiespasmódica e de contração muscular documentadas para a mullaca, podem explicar sua ampla utilização para asma e distúrbios femininos. Sua ampla utilização nas florestas tropicais para malária e febres, ainda permanece inexplicada pela ciência

Fitoterapeutas na America do Sul e America do Norte usam a mullaca para várias infecções causadas por bactérias e vírus, assim como uma terapia complementar para cancer e leucemia. Ate agora os testes em animais, não paresentaram toxicidade em nenhuma dosagem usada, considerando seu uso seguro.

Sumário da Mullaca

Principais Ações:antibacteriano, antimycoplasma, anticancerígeno, immunomodulador, antiviral

Principais Usos

1. Para infecções causadas por qualquer tipo de bactéria
2. Para cancer e Leucemia
3. Para infecções causadas por mycoplasma e mycobactéria.
4. Para doenças de pele(dermatitis, psoriasis, infecções na pele, rosaceae, scleroderma, etc.)
5. Para todos os tipos de infecções virais.

Propriedades e ações recomendadas pela pesquisa:antibacteriano, anticancerígeno, anticoagulante(`afinador de sangue`), antileucêmico, antimicobacterial, antispasmódico, antitumoral, antiviral, hipoglicêmico, hipotensivo(reduz a pressão sangüinea), imunodulatório, imunoestimulante.

Outras propriedades / Ações documentadas pelo uso tradicional:analgésico, antinflamatório, antiasmatico, antihemorrágico (reduz o sangramento), antiséptico, , disinfetante, diuretico, expectorante, febrífugo (reduz a febre), hepatotônico, sedativo, vermífugo (expulsa os vermes e parasitas)

Precauções: Pode afinar o sangue e reduzir a pressão sanguínea

 


  • Medicações Tradicionais: De meio a um copo da infusão da erva inteira, 1-3 vezes diariamente ou 1-2 ml de uma tintura a 4:1 duas vezes ao dia. De 2 a 4 gramas da erva inteira pulverizada (dependendo do peso do corpo) na forma de comprimidos ou cápsulas. Se desejado pode ser substituído por diluição em água ou suco tomado duas vezes ao dia

  • Contra-indicações: Um estudo in vitro e um estudo em animais indicaram que esta planta ou princípios ativos isolados desta planta podem diminuir a pressão sanguínea e demonstraram ainda atividade anticoagulante. Pessoas com distúrbios sanguíneos como hemofilia, aqueles que utilizam medicamentos para o coração , ou aqueles com outros problemas cardíacos como hipotensão, não devem utilizar esta planta sem supervisão e conselho de um profissional de saúde qualificado

  • Interações Medicamentosas: Nenhuma reportada; porém considere as contra-indicações descritas acima.



    UTILIZAÇÃO ETNOBOTÂNICA NO MUNDO
    África Esterilidade, garganta
    Brasil Depurativo, dermatite, diurético, disúria , dor de ouvido, emese, febre, vesícula biliar, rim, icterícia, fígado, malária, reumatismo, sedativo, doenças de pele
    Burkina Faso Analgésico, diarréia, náusea, doenças do sono
    América Central Preventivo contra aborto, febre, gonorréia, malária, doenças de pele
    China Diurético, expectorante, febre, parto

    Colômbia
    Anti-inflamatório, asma, desinfectante narcótico, doença de pele
    Gana Febre, estômago, síncope
    Haiti Diurético, febre, hidropsia
    Japão Antídoto, gripe, diurético, febre, inchaço, garganta
    Peru Anti-inflamatório, asma, diabetes, desinfectante, diurético, dor de ouvido, hepatite, infecção (pós-parto), icterícia, fígado, malária, prurido, reumatismo, doença de pele, ferimentos
    Taiwan Antipirético, diurético, hepatite, doença do fígado, tumores
    Tailândia Furúnculo, reto
    Trinidad Antiséptico, febre, indigestão, nefrite, retite
    Suriname Diurético, gonorréia, icterícia, malária, nefrite
    Hemisfério Norte Analgésico, diarréia, náusea, doença do sono
    Todos os países Preventivo contra aborto, antibacteriano, anti-inflamatório, antiséptico, asma, parto, dermatoses, diabetes, diarréia, hemostático, hemorragia (pós-parto), infertilidade, narcótico, oftalmia, tumor (testículo), doenças de pele, doenças do sono




    Pesquisas Clínicas

    Outros links do site da Raintree Nutrition Inc


    Monografia
    http://www.rain-tree.com/Mullaca-Monograph.pdf


    Usos Tradicionais
    http://www.rain-tree.com/mullaca-traditional-uses.pdf

    Composição Química
    http://www.rain-tree.com/mullaca-chemicals.pdf

    Atividades Testadas
    http://www.rain-tree.com/mullaca-activities.pdf

    Referências
    http://www.rain-tree.com/mullaca-references.pdf


    Referências:
    • " Vasina, O. E., et al. "Withasteroids of Physalis. VII. 14-alpha-hydroxyixocarpanolide and 24,25-epoxywithanolide D." Chem. Nat. Comp. 1987; 22(5): 560-65.
    • " Chen, C. M., et al. "Withangulatin A, a new withanolide from Physalis angulata." Heterocycles
    • " Shingu, K., et al. "Physagulin C, a new withanolide from Physalis angulata L." Pharm. Bull. 1991; 39(6): 1591-93.
    • " Shingu, K., et al. "Three new withanolides, physagulins A, B and D from Physalis angulata L." Chem. Pharm. Bull. 1992; 40(8): 2088-91.
    • " Shingu, K., et al. "Three new withanolides, physagulins E, F and G from Physalis angulata L." Chem. Pharm. Bull. 1992; 40(9): 2448-51.
    • " Basey, K., et al. "Phygrine, an alkaloid from Physalis species." Phytochemistry 1992; 31(12): 4173-76.
    • " Anon. "Biological assay of antitumor agents from natural products." Abstr.: Seminar on the Develop- ment of Drugs from Medicinal Plants Organized by the Department of Medical Science Department at Thai Farmer Bank, Bangkok, Thailand 1982; 129.
    • " Antoun, M. D., et al. "Potential antitumor agents. XVII. physalin B and 25,26-epidihydrophysalin C from Witheringia coccoloboides." J. Nat. Prod. 1981; 44(5): 579-85.
    • " Chiang, H., et al. "Antitumor agent, physalin F from Physalis angulata L." Anticancer Res. 1992; 12(3): 837-43.
    • " Ismail, N., et al. "A novel cytotoxic flavonoid glycoside from Physalis angulata." Fitoterapia 2001 Aug. 72(6): 676-79.
    • " Chiang, H. et al. "Inhibitory effects of physalin B and physalin F on various human leukemia cells in vitro." Anticancer Res. 1992; 12(4): 1155-62.
    • " Kawai, M., et al. "Cytotoxic activity of physalins and related compounds against HeLa cells." Pharmazie 2002; 57(5): 348-50.
    • " Lin, Y. S. et al. "Immunomodulatory activity of various fractions derived from Physalis angulata L. extract." Amer. J. Chinese Med. 1992; 20(3/4): 233-43.
    • " Sakhibov, A. D. et al. "Immunosuppressive properties of vitasteroids." Dokl. Akad. Nauk. Uzb. SSR. 1990; 1: 43-45.
    • " Lee, W. C., et al. "Induction of heat-shock response and alterations of protein phosphorylation by a novel topoisomerase II inhibitor, withangulatin A, in 9L rat brain tumor cells." Cell Physiol. 1991; 149(1): 66-67.
    • " Juang, J. K., et al. "A new compound, withangulatin A, promotes type II DNA topoisomerase- mediated DNA damage." Biochem. Biophys. Res. Commun. 1989; 159(3): 1128-34.
    • " Lee, Y. C., et al. "Integrity of intermediate filaments is associated with the development of acquired thermotolerance in 9L rat brain tumor cells." J. Cell. Biochem. 1995; 57(1): 150-62.
    • " Perng, M. D., et al. "Induction of aggregation and augmentation of protein kinase-mediated phos- phorylation of purified vimentin intermediate filaments by withangulatin A." Mol. Pharmacol. 1994; 46(4): 612-17.
    • " Januario, A. H., et al. "Antimycobacterial physalins from Physalis angulata L. (Solanaceae)." Phytother. Res. 2002; 16(5): 445-48.
    • " Pietro, R. C., et al. "In vitro antimycobacterial activities of Physalis angulata L." Phytomedicine 2000; 7(4): 335-38.
    • " Hussain, H., et al. "Plants in Kano ethnomedicine; screening for antimicrobial activity and alkaloids." Int. J. Pharmacol. 1991; 29(1): 51-56.
    • " Ogunlana, E. O., et al. "Investigations into the antibacterial activities of local plants." Planta Med. 1975; 27: 354.
    • " Otake, T., et al. "Screening of Indonesian plant extracts for anti-Human Immunodeficiency Virus- Type 1 (HIV-1) Activity." Phytother. Res. 1995; 9(1): 6-10.
    • " Kusumoto, I. T., et al. "Screening of some Indonesian medicinal plants for inhibitory effects on HIV-1 protease." Shoyakugaku Zasshi 1992; 46(2): 190-93.
    • " Kusumoto, I., et al. "Inhibitory effect of Indonesian plant extracts on reverse transcriptase of an RNA tumour virus (I)." Phytother. Res. 1992; 6(5): 241-44.
    • " Kurokawa, M. et al. "Antiviral traditional medicines against Herpes simplex virus (HSV-1), polio virus, and measles virus in vitro and their therapeutic efficacies for HSV-1 infection in mice." Antiviral Res. 1993; 22(2/3): 175-88.
    • " Cox, P. A. "Pharmacological activity of the Samoan ethnopharacopoeia." Econ. Bot. 1989; 43(4): 487-97.
    • " Cesario De Mello, A., et al. "Presence of acetylcholine in the fruit of Physalis angulata (Solanaceae)." Cienc. Cult. (Saõ Paulo) 1985; 37(5): 799-805.
    • " Kone-Bamba, D., et al. "Hemostatic activity of 216 plants used in traditional medicine in the Ivory Coast." Plant Med. Phytother. 1987; 21(2): 122-30.
    • " Richter, R. K., et al. "Reporting biological assay results on tropical medicinal plants to host country collaborators." J. Ethnopharmacol. 1998; 62(1): 85-88.