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Esta formulação é uma combinação de plantas utilizadas há séculos por mulheres das regiões amazônicas em todos os tipos de problemas menstruais, especialmente para cólicas menstruais e sangramento excessivo†. M-Stral contém Abuta (Cissampelos pareira), chamada de "Erva das Parteiras".

Esta maravilhosa planta é usada para muitos problemas femininos, incluindo menstruações dolorosas, TPM, cólicas, sangramento excessivo, desordens uterinas, tumores e reposição hormonal.


Dosagem/Indicações | Componentes

  •  DOSAGEM/INDICAÇÕES
    Como complemento alimentar, tomar 2-3 cápsulas a cada 4-6 horas de acordo com a necessidade.

    Vendida em frascos contendo 120 cápsulas. Cada cápsula contém 650 mg das seguintes plantas medicinais.

  •  COMPONENTES

    Abuta (Cissampelos pareira)
    A Abuta é comumente referida como "erva das parteiras" pelas populações nativas devido as suas propriedades analgésicas e a muito ser utilizada em certas dores.

    Tem sido utilizada pelas populações nativas das florestas da América do Sul há centenas de anos e continua sendo utilizada ainda hoje. Em seu livro, Medical Botany, Walter and Memory Lewis relatam que "as raízes de Cissampelos pareira são utilizadas em países tropicais para prevenir a ameaça de aborto. A planta é utilizada também para deter as hemorragias uterinas.

    As parteiras da Amazônia ainda levam consigo a Abuta para tratar cólicas menstruais e dores pré e pós-parto. Acredita-se também ser útil nas cólicas menstruais, tumores fibróides, menstruações difíceis, dores pré e pós-parto e reposição hormonal.

    Pesquisadores relatam que os princípios ativos da Abuta são analgésicos, antiespasmódicos, antitumorais e antiinflamatórios, o que explicaria seu longo histórico de uso. A Abuta contém o princípio ativo Tetrandrina, que teve suas ações e propriedades hipotensora, antianginosa, antiarrítmica, bradicárdica, estimulante da circulação, miorelaxante e vasodilatadora descritas na literatura científica.
    REFERÊNCIAS
    Li W, et.al., Effect of tetrandrine on pulmonary vascular morphology in rats with hypoxia pulmonary hypertension. Hua Hsi I Ko Ta Hsueh Hsueh Pao 1997 Dec;28(4):388-91
    Kwan CY, Inhibition of endothelium-dependent vascular relaxation by tetrandrine. Life Sci. 1999;64(25):2391-400.
    Chen J, et.al., The effects of tetrandrine on the contractile function and microvascular permeability in the stunned myocardium of rats. Jpn J Physiol. 1999 Dec;49(6):499-506.
    Wang ZF, et.al., Dual effects of tetrandrine on calcium-activated potassium channels in pulmonary artery smooth muscle cells. Chung Kuo Yao Li Hsueh Pao. 1999 Mar;20(3):253-6.
    Shen YC, et.al., Tetrandrine ameliorates ischaemia-reperfusion injury of rat myocardium through inhibition of neutrophil priming and activation. Br J Pharmacol. 1999 Dec;128(7):1593-601.
    Wu SN,et.al., Characterization of tetrandrine-induced inhibition of large-conductance calcium-activated potassium channels in a human endothelial cell line (HUV-EC-C). J Pharmacol Exp Ther. 2000 Jan;292(1):188-95.
    Clinical Research on Abuta
    Clinical Research on Tetrandrine

    Tayuya (Cayaponia tayuya)
    A Tayaya é utilizada na medicina popular dos países da América do Sul no alívio de dores e como analgésico.

    As suas propriedades analgésica e antiinflamatória foram validadas cientificamente num estudo realizado em 1991, que dão suporte a muitos usos nativos e populares.

    Da Tayuya foram isolados curcubitacinas, glicósidos e compostos com propriedades antioxidante, antiinflamatória e analgésica.

    De acordo com um estudo realizado em 1990, os flavonóides encontrados na Tayuya demonstraram uma potente ação sequestrante de radicais livres, promotora do efeito antioxidante.
    REFERÊNCIAS
    Ruppelt BM, 1991 Pharmacological screening of plants recommended by folk medicine as anti-snake venom--I. Analgesic and anti-inflammatory activities Mem Inst Oswaldo Cruz 86, 203-205
    Huguet, A.I. 1990. Superoxide scavenging properties of flavonoids in a non-enzymic system, Z Naturforsch [C], Jan-Feb.
    Himeno E, Structures of cayaponosides A, B, C and D, glucosides of new nor-cucurbitacins in the roots of Cayaponia tayuya. Chem Pharm Bull (Tokyo), 1992 Oct
    Bauer, R, and H. Wagner, 1983. Dtsch. Apoth. Ztg.,, 123 (1983) 1313
    Bauer, R, et.al., 1984., Cucurbitacins and flavone C-glycosides from Cayaponia tayuya., Phytochemisty 1984 p. 1587-91
    Other Clinical Research

    Iporuru (Alchornea castaneifolia)
    Esta planta é bastante utilizada na Bacia Amazônica para dores musculares e reumatismo.

    As propriedades antiinflamatórias do Iporuru são atribuídas ao um grupo de alcalóides, incluindo a Alchorneina, que foi descoberta na casca das árvores do Iporuru, assim como em muitas outras espécies relacionadas da Alchornea.

    Além das propriedades antiinflamatórias e no alívio de dores, um estudo na Argentina descobriu atividades antibacterianas eficazes do extrato do Iporuru contra cepas resistentes à penicilina G de Staphylococcus aureus, Escherichia coli e Aspergillus niger.
    REFERÊNCIAS
    Ogungbamila FO, Smooth muscle relaxing flavonoids from Alchornea cordifolia. Acta Pharm Nord, 2: 6, 1990, 421-2
    Anesini, C. and Perez, C. "Screening of plants used in Argentine folk medicine for antimicrobial activity."
    Catedra de Farmacologia, Facultad de Odontologia, Universidad de Buenos Aires, Argentina. J Ethnopharmacol 39: 119-28 (1993)
    Other Clinical Research

    Chuchuhausi (Maytenus macrocarpa, krukovii)
    Vem sendo utilizada há muito tempo na Amazônia para dores musculares e das juntas, inflamação e espasmos devido as suas propriedades antiespasmódica, analgésica e antiinflamatória.

    Na década de 80, pesquisadores descobriram que as propriedades antiinflamatória, protetora de radiação e antitumoral, eram relacionadas aos triterpenos e antioxidantes isolados da casca do tronco.

    Em 1993, pesquisadores japoneses isolaram um novo grupo de alcalóides na Chuchuhuasi que podem ser responsáveis por sua eficácia no tratamento de artrite e reumatismo.

    Nos EUA, uma indústria farmacêutica determinou, que estes alcalóides da Chuchuhuasi podem inibir efetivamente a produção enzimática da proteína quinase C (PKC) ao estudar suas propriedades antiinflamatórias e no tratamento da artrite .

    A inibição da PKC tem despertado interesse no mundo científico pois há evidências de que esta enzima está envolvida numa ampla variedade de processos degenerativos como artrite, asma, tumores cerebrais, câncer e doenças cardiovasculares
    REFERÊNCIAS
    Martinod, P. et al., "Isolation of Tingenone and Pristimerin from Maytenus chuchuhuasha," Phytochemistry 15 (1976): 562-563.
    Gonzalez, J. "Chuchuhuasha-A Drug Used in Folk Medicine in the Amazonian and Andean Areas. A Chemical Study of Maytenus laevis," Journal of Ethnopharmacology 5 (1982): 73-77.
    Itokawa, H. "Oligo-Nicotinated Sesquiterpene Polyesters from Maytenus" Journal of Natural Products 56 1993 : 1479-1485.
    Sekar, Kumara V. S. "Mayteine and 6-Benzoyl-6-deacetylmayteine from Maytenus krukovii," Planta Medica 61 (1995): 390.
    Bradshaw, D. et. al., "Therapeutic Potential of Protein Kinase C Inhibitors," Agents and Actions 38 (1993): 135-147
    Other Clinical Research

    Cramp Bark (Viburnum opulus)
    Esta planta medicinal tem tradição de uso popular antigo na América do Norte onde é utilizada para o tratamento de dores e cólicas menstruais.

    Rica em ácido valeriânico, o mesmo composto encontrado na Valeriana, acredita-se que as ações sedativas e relaxantes são específicas no sistema reprodutivo.

    Um alto teor de taninos, que possuem atividades adstringentes, faz com que seu uso seja benéfico no caso de menstruação com sangramento excessivo.
    REFERÊNCIAS
    Nicholson JA, et.al., Viopudial, a hypotensive and smooth muscle antispasmodic from Viburnum opulus. Proc Soc Exp Biol Med. 1972 Jun;140(2):457-61.
    Smirnova AS, et.al., [Comparative study of the astringent effect of liquid extracts from Viburnum opulus L]. Farmatsiia. 1968 Jul-Aug;17(4):42-5.
    Clinical Research

    Erva Tostão (Boerhaavia diffusa)
    Estudos publicados da Erva Tostão mostram que ela possui efeito analgésico, antiinflamatório e antifibrinolítico.

    Estudos in vivo utilizando macacos mostraram que sua utilização é benéfica na blenorragia e na redução da duração do fluxo menstrual.
    REFERÊNCIAS
    Hiruma-Lima CA, et.al., The juice of fresh leaves of Boerhaavia diffusa L. (Nyctaginaceae) markedly reduces pain in mice. J Ethnopharmacol. 2000 Jul;71(1-2):267-74.
    Barthwal M, et.al., Management of IUD-associated menorrhagia in female rhesus monkeys (Macaca mulatta). Adv Contracept. 1991 Mar;7(1):67-76
    Barthwal M, et.al., Histologic studies on endometrium of menstruating monkeys wearing IUDs: comparative evaluation of drugs. Adv Contracept. 1990 Jun;6(2):113-24.
    Other Clinical Research


    Pervinca (Vinca major)
    "Indicações: A Pervinca é um excelente adstringente que pode ser utilizado interna ou externamente.

    Seu uso principal é no tratamento de fluxo menstrual excessivo, na perda sanguínea no período(menorragia) ou entre os períodos menstruais(metrorragia)"
    REFERÊNCIA
    Herbal Materia Medica by David Hoffman, M.N.I.M.H.
    Clinical Research


    **Estas informações , tem apenas caráter informativo, e não visam prescrever, diagnosticar ou substituir o conselho médico.