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É uma combinação de plantas medicinais que auxilia a manutenção da função hepática. Várias plantas desta eficaz formulação demonstraram ter efeitos benéficos no fígado através de estudos feitos por pesquisadores ocidentais.

Dosagem/Indicações | Componentes

  •  DOSAGEM/INDICAÇÃO
    Como complemento alimentar, tomar 2-3 cápsulas 3 vezes ao dia.
    É vendida em frascos contendo 120 cápsulas. Cada cápsula contém 600 mg das seguintes plantas medicinais.

  •  COMPONENTES

    Carqueja (Baccharis genistelloides, trimera)
    As propriedades hepatoprotetoras da Carqueja foram comprovadas por pesquisadores que validaram seu uso secular em vários tipos de enfermidades.

    Um estudo publicado em 1986 mostrou que o extrato bruto aquoso protegeu contra lesões no fígado e prolongou o tempo de sobrevivência em 100% em camundongos administrados com uma toxina hepática.

    A Carqueja também tem sido conhecida por suas propriedades antivirais, estomáquicas, analgésicas e antiinflamatórias. Várias destas propriedades são atribuídas a capacidade de inibição da síntese de prostaglandinas.
    REFERÊNCIAS
    Soicke, H., et.al., 1987 Characterization of Flavonoids from Baccharis trimera and their Antihepatotoxic Properties., Planta Medica, Journal of Medicinal Plant Research, Vol. 1, 37-39.
    Gene RM, et.al., 1996., Anti-inflammatory and analgesic activity of Baccharis trimera: identification of its active constituents. Planta Med 1996 Jun; 62(3):232-235
    Other Clinical Research

    Erva Tostão (Boerhaavia diffusa)
    O uso difundido das raízes da Erva Tostão em várias desordens hepáticas foi validado por pesquisadores em 1980, 1991 e 1997 através das propriedades hepatotóxicas em animais e na proteção do fígado frente a várias toxinas administradas.

    Em 1997, um estudo demonstrou sua evidente proteção do fígado através de parâmetros bioquímicos como TGO, TGP, fosfatase ácida e fosfatase alcalina.
    REFERÊNCIAS
    Mishra, J.P. et.al., Studies on the Effect of Indigenous Drug Boerhaavia diffusa Rom. on Kidney Regeneration. Indian J Pharmacy 12 : 59-. (1980)
    Chandan, B.K. et.al., 1991. Boerhaavia diffusa: A Study of its Hepatoprotective Activity. J Ethnopharmacol 31 3: 299-307 (1991)
    Rawat AK, et.al., Hepatoprotective activity of Boerhaavia diffusa L. roots--a popular Indian ethnomedicine. J Ethnopharmacol. 1997 Mar;56(1):61-6.
    Other Clinical Research

    Picão Preto (Bidens pilosa)
    Na fitoterapia brasileira assim como na fitoterapia chinesa o Picão Preto é um remédio de uso comum para o tratamento de icterícia, obstrução e/ou edema do fígado e outras doenças relacionadas a esse órgão.

    Um grupo de pesquisadores de Taiwan publicou um estudo sobre a sua propriedade hepatoprotetora, concluindo que a Bidens pilosa pode "proteger danos ao fígado induzido por várias toxinas e tem potencial de amplo espectro contra agentes anti-hepáticos."Um ano antes, em 1995, este mesmo grupo de pesquisadores demonstrou que o Picão Preto possuía significativa atividade antiinflamatória.

    Através de outras pesquisas, foram observadas propriedade antimicrobiana, hipotensora e imunomodulatória.
    REFERÊNCIAS
    Chin HW, et.al., 1996. The hepatoprotective effects of Taiwan folk medicine ham-hong-chho in rats. Am J Chin Med 24(3-4), 231-240
    Chih HW, et.al., 1995. Anti-inflammatory activity of Taiwan folk medicine "ham-hong-chho" in rats. Am J Chin Med 23(3-4), 273-278
    Other Clinical Research

    Boldo (Peumus boldo)
    Na fitoterapia atual, o Boldo é utilizado na Europa, América do Norte, América do Sul e na América Latina no tratamento de cálculo biliar, insuficiência e congestão hepática.

    Um estudo publicado em 1991 indicou que o extrato de boldo: "... exerceu significativa hepatoproteção, em hepatócitos isolados de ratos (metodologia in vitro) na hepatotoxicidade induzida por hidroperóxido de terc-butila, reduzindo a peroxidação lipídica e a secreção da enzima lactato desidrogenase (LDH), sendo que essa eficácia in vitro foi reforçada por uma hepatoproteção in vivo pois o extrato da planta foi capaz de reduzir o extravasamento enzimático da ALAT (alanina aminotransferase) em camundongos tratados com CCl4 (tetracloreto de carbono).

    " A boldina, um alcalóide presente nas folhas e casca do boldo, demonstrou ser um eficaz inibidor da peroxidação microssomal dos lipídeos hepáticos sob uma variedade de condições em vários estudos.

    Num estudo recente publicado em 2000 a respeito das propriedades da boldina, pesquisadores demonstraram efeitos hepatoprotetores e antioxidantes in vitro e a administração oral em animais (50 ou 75 mg/kg) de boldina mostrou ser rapidamente absorvida (por volta de 30 minutos) e preferencialmente concentrada no fígado.

    As concentrações hepáticas máximas da boldina foram encontradas como iguais ou tão elevadas quanto às necessárias para exercer efeitos antioxidantes e hepatoprotetores in vitro.
    REFERÊNCIAS
    Jimenez I, Biological disposition of Boldine: in vitro and in vivo studies. Phytother Res. 2000 Jun;14(4):254-260.
    Lanhers MC, Hepatoprotective and anti-inflammatory effects of a traditional medicinal plant of Chile, Peumus boldus. Planta Med. 1991 Apr;57(2):110-5.
    Reiniger IW, et.al., Boldine action against the stannous chloride effect. J Ethnopharmacol. 1999 Dec 15;68(1-3):345-8.
    Speisky H, Boldo and boldine: an emerging case of natural drug development. Pharmacol Res. 1994 Jan-Feb;29(1):1-12.
    Bannach R, et.al., Cytoprotective and antioxidant effects of boldine on tert-butyl hydroperoxide-induced damage to isolated hepatocytes. Cell Biol Toxicol. 1996 Apr;12(2):89-100.
    Kringstein P, Boldine prevents human liver microsomal lipid peroxidation and inactivation of cytochrome P4502E1. Free Radic Biol Med. 1995 Mar;18(3):559-63.
    Cederbaum AI, et.al., Inhibition of rat liver microsomal lipid peroxidation by boldine. Biochem Pharmacol. 1992 Nov 3;44(9):1765-72.
    Clinical Research on Boldo
    Clinical Research on Boldine

    Chanca Piedra (Phyllanthus niruri, amarus)
    O grande impacto da pesquisa com a Quebra Pedra foi conseguido estudando os benefícios no fígado e hepatite B.

    Pesquisadores chineses publicaram um estudo em 1997 que sugeria: "Estes resultados sugerem que o efeito anti peroxidação lipídica e ação protetora da membrana pela Phyllanthus urinaria pode estar relacionados com sua ação protetora nas lesões hepáticas induzidas por CCl4.

    "Numa revisão (publicada em 2001) sobre os usos das espécies de Phyllantus na hepatite B, os pesquisadores sugerem que a Quebra Pedra possui um positivo efeito na atividade antiviral e nos parâmetros bioquímicos de uma infecção crônica causada pelo vírus da hepatite B (HBV).
    REFERÊNCIAS
    Wang BE. Treatment of chronic liver diseases with traditional Chinese medicine. J Gastroenterol Hepatol. 2000 May;15 Suppl:E67-70
    Zhou S, et.al., [Mechanism of protective action of Phyllanthus urinaria L. against injuries of liver cells] Zhongguo Zhong Yao Za Zhi. 1997 Feb;22(2):109-11
    Liu J, et.al., Genus Phyllanthus for chronic hepatitis B virus infection: a systematic review. J Viral Hepat. 2001 Sep;8(5):358-66
    Xin-Hua W,et.al., A comparative study of Phyllanthus amarus compound and interferon in the treatment of chronic viral hepatitis B. Southeast Asian J Trop Med Public Health. 2001 Mar;32(1):140-2
    Rajeshkumar NV, et.al., Phyllanthus amarus extract administration increases the life span of rats with hepatocellular carcinoma. J Ethnopharmacol. 2000 Nov;73(1-2):215-9
    Other Clincal Research

    Guaco (Mikania cordifolia, cordata)
    O Guaco é utilizado na América do Sul como depurador do sangue e do fígado. Suas propriedades de desintoxicação do fígado foram demonstradas num estudo de 1994: "permitiu uma perceptível indução da atividade da enzima microssomal hepática, a uridino difosfoglicuronil transferase.

    O extrato aumentou de forma significativa as atividades microssomais da uridino difosfoglicose desidrogenase e dinucleotídeo fosfato de adenina e nicotinamida, quinino redutase e glutationa s-transferase citosólica com uma elevação concomitante no conteúdo da glutationa na forma reduzida.

    " Os resultados do estudo indicam claramente que em ratos tratados com o extrato vegetal, o conteúdo intracelular de intermediários ativos de vários xenobióticos (incluindo agentes químicos carcinogênicos) seria reduzido devido a um aumento específico de enzimas desintoxicantes no fígado.

    Um estudo publicado em 1992 mostrou que o efeito do extrato de guaco foi avaliado quanto à taxa de síntese de proteínas hepáticas in vivo na lesão hepática induzida por CCl4.

    O pré-tratamento com o extrato das raízes do guaco (100 mg/kg, uma vez ao dia por 5 dias consecutivos) mostrou um aumento evidente dos níveis hepáticos de DNA, RNA e conteúdo protéico que tinha sido afetado de forma negativa em camundongos tratados com CCl4.
    REFERÊNCIAS
    Bishayee A, et.al, Anticarcinogenic biological response of Mikania cordata: reflections in hepatic biotransformation systems. Cancer Lett 1994 Jun 30;81(2):193-200
    Mandal PK, 1992 Stimulation of hepatic protein synthesis in response to Mikania cordata root extract in carbon tetrachloride-induced hepatotoxicity in mice. Ital J Biochem 41(6), 345-351 (1992)
    Ysrael MC, 1990 Inhibition of leukotriene and platelet activating factor synthesis in leukocytes by the sesquiterpene lactone scandenolide.
    Planta Med 56(3), 268-270 (1990)
    Other Clinical Research

    Alcachofra (Cynara scolymus)
    O extrato das folhas da Alcachofra tem demonstrado seus efeitos benéficos na vesícula biliar, na estimulação da secreção de bile, desintoxicação do fígado e reduzicão dos níveis de colesterol no sangue.

    Suas propriedades desintoxicantes e protetoras foram confirmadas num estudo de 1968 e novamente em 1997. Uma patente francesa descreve o uso do extrato no tratamento de doenças hepáticas, colesterol alto e insuficiência renal.
    REFERÊNCIAS
    Gebhardt R. Antioxidative and protective properties of extracts from leaves of the artichoke (Cynara scolymus L.) against hydroperoxide-induced oxidative stress in cultured rat hepatocytes. Toxicol Appl Pharmacol. 1997 Jun;144(2):279-86.
    Adzet T, et al. Hepatoprotective activity of polyphenolic compounds from Cynara scolymus against CCl4 toxicity in isolated rat hepatocytes. J Nat Prod, 1987 Jul-Aug
    Hinou J, et al. [Polyphenolic substances of Cynara scolymus L. leaves] Ann Pharm Fr, 1989
    Bogaert JP, et al. [Organic acids, principally acid-alcohols, in Cynara scolymus L. (Compositae)] Ann Pharm Fr, 1972 Jun
    Maros T, et al. [Effect of Cynara scolymus-extracts on the regeneration of rat liver. 2] Arzneimittelforschung, 1968 Jul
    Other Clinical Research

    **Estas informações , tem apenas caráter informativo, e não visam prescrever, diagnosticar ou substituir o conselho médico.