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No auxílio da manutenção da função renal saudável do ponto de vista nutricional, esta fórmula combina as plantas usadas na Amazônia e na América do Sul para muitas dores comumente relatadas aos rins.

Esta formulação contém uma planta conhecida em toda América do Sul como Quebra Pedra, recentemente mostrada na imprensa .

Dosagem/Indicações | Componentes

  •  DOSAGEM/INDICAÇÃO
    Indicações: Como complemento a alimentação diária, 2-3 cápsulas três vezes ao dia.

    Vendida em frascos de 120 cápsulas. Cada cápsula contém 650 mg das seguintes plantas medicinais
  •  COMPONENTES

    Chanca Piedra (Phyllantus niruri)
    O nome Quebra Pedra (ou Chanca Piedra no espanhol) é utilizado na Amazônia como referência à planta medicinal mais utilizada para pedra nos rins. Em estudos pré-clínicos ela demonstrou atividades anti-hepatotóxica, antiespasmódica, antiviral, antibacteriana, diurética, febrífuga e hipoglicemiante.

    A atividade antiespasmódica dos alcalóides da Quebra Pedra foram descobertas por pesquisadores brasileiros na década de 80, validando o uso popular da planta no tratamento de pedras dos rins e da bexiga.

    O extrato contendo alcalóides demonstrou efeito no relaxamento da musculatura lisa, específica do trato urinário e biliar, ao qual os pesquisadores supõem facilitar a expulsão dos cálculos dos rins e da bexiga.
    REFERÊNCIAS
    Paulino N, The mechanisms underlying the relaxant effect of methyl and ethyl gallates in the guinea pig trachea in vitro: contribution of potassium channels. Naunyn Schmiedebergs Arch Pharmacol. 1999 Sep;360(3):
    Santos AR, 1999, The involvement of K+ channels and Gi/o protein in the antinociceptive action of the gallic acid ethyl ester. Eur J Pharmacol. 1999 Aug 20;379(1):7-17.
    Calixto JB, 1984 Antispasmodic effects of an alkaloid extracted from Phyllanthus sellowianus: a comparative study with papaverine. Braz J Med Biol Res 17(3-4), 313-321
    Campos AH, 1999 Phyllanthus niruri inhibits calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. Nephron. 1999;81(4):393-7.
    Dias MA, 1999 Analysis of the mechanisms underlying the contractile response induced by the hydroalcoholic extract of Phyllanthus urinaria in the guinea-pig urinary bladder in-vitro. J Pharm Pharmacol. 1995 Oct;47(10):846-51.
    Syamasundar KV, 1985 Antihepatotoxic principles of Phyllanthus niruri herbs. J Ethnopharmacol 14(1), 41-44 (1985)
    Shimizu M, 1989 Studies on aldose reductase inhibitors from natural products. II. Active components of a Paraguayan crude drug "Para-parai mi," Phyllanthus niruri. Chem Pharm Bull (Tokyo) 37(9), 2531-2532 (1989)
    Ueno H, 1988 Chemical and pharmaceutical studies on medicinal plants in Paraguay. Geraniin, an angiotensin-converting enzyme inhibitor from "paraparai mi," Phyllanthus niruri. J Nat Prod 51(2), 357-359 (1988)
    Santos AR, 1994 Analgesic effects of callus culture extracts from selected species of Phyllanthus in mice. J Pharm Pharmacol 46(9), 755-759 (1994
    Santos AR, 1995 Analysis of the mechanisms underlying the antinociceptive effect of the extracts of plants from the genus Phyllanthus. Gen Pharmacol 26(7), 1499-1506 (1995)
    Srividya N, 1995 Diuretic, hypotensive and hypoglycaemic effect of Phyllanthus amarus. Indian J Exp Biol 33(11), 861-864 (1995)
    Dixit, S.P. and Achar, M.P. J. Natl.
    Integ. Med. Assoc. 25 (8), 269 (1983).
    Other Clincal Research

    Erva Tostão (Boerhaavia diffusa)
    O uso das raízes da Erva Tostão para várias queixas relacionadas aos rins, função renal, urina, cálculo biliar e fígado são bem documentados no mundo inteiros.

    É utilizada na América do Sul como planta medicinal assim como na medicina tradicional indiana onde é chamada de Punarnava. A ação diurética da Erva Tostão foi validada por pesquisadores em vários estudos que ajudaram a explicar seu longo histórico de uso em diversos problemas urinários e dos rins.

    Na década de 50, pesquisadores demonstraram que o extrato das raízes, administrado em baixas doses (10 a 300 mg/kg), foi capaz de produzir fortes efeitos diuréticos, enquanto que em altas doses (>300 mg/kg), produziu efeitos opostos, reduzindo o fluxo urinário.

    Outros estudos em humanos e utilizando animais verificaram os efeitos renais das raízes da Erva Tostão nestas propriedades diurética e antidiurética, assim como a benéfica regeneração dos rins .

    Uma pesquisa mostrou que em doses baixas (10 mg/kg), o extrato da raiz aumentou o fluxo urinário em até 100% num período de 24 horas.
    REFERÊNCIAS
    Mudgal, V., 1975. Studies on Medicinal Properties of Convolvulus Pluricaulis and Boerhaavia Diffusa. Planta Med 28 : 62- (1975)
    Gaitonde, B.B., et.al., 1974. Diuretic Activity of Punarnava (Boerhavia diffusa). Bull Haffkine Inst 2 : 24- (1974)
    Chowdhury, A. et.al., 1955 Boerhaavia diffusa - Effect on Diuresis and Some Renal Enzymes. Ann Biochem Exp Med 15 : 119-126 (1955)
    Singh, R.P., et.al., 1992 Recent Approach in Clinical and Experimental Evaluation of Diuretic Action of Punarnava (B.diffusa) with Special Reference to Nephrotic Syndrome. J Res Edu Ind Med 7 1: 29-35 (1992)
    Devi, M.V., et.al., 1986 Effect of Phyllanthus niruri on the Diuretic Activity of Punarnava Tablets. J Res Edu Ind Med 5 1: 11-12 (1986)
    Mishra, J.P. et.al., Studies on the Effect of Indigenous Drug Boerhaavia diffusa Rom. on Kidney Regeneration.
    Indian J Pharmacy 12 : 59-. (1980)
    Other Clinical Research

    Cipó Cabeludo (Mikania hirsutissima)
    O Cipó Cabeludo tem uso difundido no Brasil como planta medicinal e é considerada como um potente diurético, ajudando a diminuir os níveis de ácido úrico do sangue e da urina.

    É utilizado para o tratamento de cistite, uretrite, desordens do trato urinário, infecções, diarréia, blenorragia e desordens renais. É uma das plantas mais utilizadas para o tratamento de nefrite.
    REFERÊNCIAS
    Cruz, G.L. 1995. Dicionario Das Plantas Uteis Do Brasil, 5th ed., Bertrand: Rio de Janeiro, Brazil
    Coimbra, Raul, 1994. Manual de Fitoterapia 2nd Ed., Editora Cejup: Belem, Brazil.
    de Almeida, E.R., 1993. Plantas Medicinais Brasileiras, Conhecimentos Populares E Cientificos. Hemus Editora Ltda.: Sau Paulo, Brazil.
    Dr. Jose Caribe & Dr. Jose Maria Campos, Plantas Que Ajudam O Homem, 5th Ed., 1997, Cultrix/Pensamento, Sao Paulo, Brazil
    Other Clinical Research

    Abuta (Cissampelos pareira)
    A Abuta é outra planta medicinal utilizada na América do Sul para tratar pedra nos rins, nefrites e outras afecções renais.

    A Abuta é rica em alcalóides, que vem despertando interesse nos pesquisadores ocidentais desde o ano de 1965. Junto com o alcalóide tetrandrina, a Abuta contém palmatina, haiatinina e outros derivados da berbina.

    Em pesquisas mais recentes, foi descoberto que os alcalóides bisbenzil-isoquinolínicos extraídos da Abuta possuem atividade antiinflamatória.

    Em ensaios pré-clínicos, esses alcalóides suprimiram a produção do óxido nítrico, um importante mediador do processo inflamatório, o que explica alguns aspectos do mecanismo de ação antiinflamatório destes alcalóides.
    REFERÊNCIAS
    Kametani, T., M. Ihara and T. Honda, Heterocycles 4 (1976) 483 Guinaudeau, H., M. Leboeuf and A. Cave, Lloydia 38 (1975) 275 Marini-Bettolo, G.B., K. Acad. Geneeskund. Belg. 43 (1981) 185 (C.A. 96:129624t).
    Kondo Y, et al. Inhibitory effect of bisbenzylisoquinoline alkaloids on nitric oxide production in activated macrophages. Biochem Pharmacol 46: 1887-92 (1993)
    Basu DK. Studies on curariform activity of hayatinin methochloride, an alkaloid of Cissampelos pareira. Jpn J Pharmacol, 1970 Jun Bhatnagar AK, et al. Chemical examination of the roots of Cissampelos pareira linn. IV. Structure and stereochemistry of hayatin. J Org Chem, 1967 Mar
    Clinical Research

    Boldo (Peumus boldo)
    O Boldo é utilizado na medicina popular para o tratamento de gota, hepatite, reumatismo, sífilis e verminoses†, mostrando-se ser anti-séptico e diurético.

    A atividade colerética desta planta tem sido atribuída ao alcalóide aporfínico boldina, que demonstrou possuir efeito diurético, na eliminação de ácido úrico, antipirético, antiinflamatório e antioxidante.
    REFERÊNCIAS
    Hansel, R., Phytopharmaka, 2nd ed., Springer-Verlag, Berlin 1991, pp 186-191
    Lueng A., & Foster, S. Encyclopedia of Common Natural Ingredients. Ed. Wiley & Sons, NY, NY. 1996.
    Jimenez I, Biological disposition of Boldine: in vitro and in vivo studies. Phytother Res. 2000 Jun;14(4):254-260.
    Lanhers MC, Hepatoprotective and anti-inflammatory effects of a traditional medicinal plant of Chile, Peumus boldus. Planta Med. 1991 Apr;57(2):110-5.
    Speisky H, Boldo and boldine: an emerging case of natural drug development. Pharmacol Res. 1994 Jan-Feb;29(1):1-12.
    Bannach R, et.al., Cytoprotective and antioxidant effects of boldine on tert-butyl hydroperoxide-induced damage to isolated hepatocytes. Cell Biol Toxicol. 1996 Apr;12(2):89-100.
    Kringstein P, Boldine prevents human liver microsomal lipid peroxidation and inactivation of cytochrome P4502E1. Free Radic Biol Med. 1995 Mar;18(3):559-63.
    Clinical Research on Boldo
    Clinical Research on Boldine

    **Estas informações , tem apenas caráter informativo, e não visam prescrever, diagnosticar ou substituir o conselho médico.