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Relatório Técnico
Nome Científico: Annona muricata
Família: Annonaceae
Gênero: Annona
Espécie: muricata
Sinônimos: Annona macrocarpa,
A. bonplandiana, A. cearensis, Guanabanus
muricatus
Nomes comuns: Graviola, soursop,
guanábana, guanábano, guanavana, guanaba,
corossol épineux, huanaba, toge-banreisi,
durian benggala, nangka blanda, cachiman
épineux
Partes Utilizadas: Folhas, fruta,
sementes, casca, raíz |
|
Informações
extraídas do site internacional da Raintree
Nutrition Inc
http://www.rain-tree.com/graviola.htm.
Todos os direitos são reservados. É
expressamente proibida a cópia, em qualquer
formato, sem a prévia autorização
por escrito de sua autora Dra.Leslie
Taylor
A
Graviola é uma árvore pequena, que mede entre 5 e
6 m de altura e permanece viçosa ao longo do ano,
com folhas largas de cor verde escuro, de aparência
tenra e brilhante. Ela produz uma fruta espessa e
comestível que possui entre 15-23 cm de diâmetro,
em forma de coração. Possui uma cor amarelo esverdeada
e uma poupa branca. A Graviola é indígena para a maioria
das áreas quentes tropicais na América do Norte e
do Sul, incluindo a Amazônia .
A fruta é vendida em mercados locais nos países tropicais,
onde é chamada de guanábana nos países cuja língua
de domínio é o espanhol e de graviola no Brazil. A
polpa da fruta é excelente para ser utilizada em bebidas
e sorvetes e apesar de levemente azeda, pode ser comida
in natura. Todas as partes da árvore - casca , folha,
raíz, fruto, e sementes - são utilizadas na medicina
natural nas áreas tropicais . Diferentes propriedades
e utilidades são atribuídas às diferentes partes da
árvore.
Uso
na Medicinal Tradicional
Em geral, a fruta e seu suco são utilizados nos casos
de vermes e parasitas, para amenizar febres, como
estimulante da lactação ( para aumentar o leite materno
após o nascimento do bebê) e como adstringente para
diarréia e disenteria. As sementes esmagadas são utilizadas
como vermífugo e antihelmíntico contra vermes, parasitas
e piolho. A casca, folhas e raízes são considerados
sedativos, antiespasmódicos, hipotensivos, e calmantes.
Estas partes da graviola são utilizadas para fazer
chá para várias disordens e seus efeitos. A Graviola
tem uma longa e rica história de uso na fitoterapia
assim como um extenso e documentado uso indígena.
Nos Andes peruanos, as folha são utilizada
para inflamação das membranas mucosas e as sementes
esmagadas usadas para eliminar parasitas. Na Amazônia
peruana, a casca, raízes e folhas são utilizadas em
casos de diabetes, como sedativos e antiespasmódicos.
Tribos indígenas na Guiana utilizam o chá da folha
e/ou da casca como sedativo e tônico para o coração.
Na Amazônia brasileira o chá da folha é utilizado
para problemas hepáticos, e o óleo das folhas e a
fruta madura é misturado com óleo de oliva e utilizado
externamente para nevralgia, reumatismo e dores de
artrite. Na Jamaica, Haiti, e nas Índias do Oeste
a fruta e /ou seu suco é utilizado contra febres,
parasitas e diarréia,além de estimulante à lactação.
A casca ou a folha é utilizada como antiespasmódico,
sedativo, e calmante para problemas do coração, tosse
e gripe, dificuldades no parto, asma, fadiga, hipertensão,
e parasitas.
UTILIZAÇÃO ETNOBOTÂNICA NO MUNDO
|
| Brazil |
Abscesso,
analgésico, antihelmíntico, antiespasmódico,
astringente, bronquite, calmante, problemas
respiratórios, tosse, diabetes, diarréia, disenteria,
edema, emético, febre, cólica intestinal, problemas
hepáticos,nevralgia, parasitas, reumatismo |
| Caribe |
Antiespasmódico,
calafrios, febre, gripe, indigestão, nervosismo,
palpitação, exantema, sedativo, doenças de pele |
| Curaçao |
Parto,
vesícula biliar, nervosismo, sedativo, chá,
tranquilizante |
| Haiti |
Fadiga, cicatrizante, tosse,
diarréia, emético, febre, gripe, problemas no
coração, lactagogo, calmante, parasitas, pediculicida,
pelagra, sedativo, soporífero, ferimento, espasmo,
problemas gástricos |
| Jamaica |
Antiespasmódico, fadiga, asma,
diurético, febre, problemas no coração, hipertensão,
lactagogo, calmante, parasitas, sedativo, vermífugo
|
|
Malasia |
Adstringente, furúnculo, tosse,
diarréia, dermatose, hipertensão, reumatismo,
hemostático |
| México |
Adstringente, diarréia, disenteria,
febre, liquores, expectorante, tínea (infecção
fúngica superficial), escorbuto
|
| Panamá |
Antihelmíntico, diarréia, dispepsia,
rim, pesticida, úlcera estomacal, vermífugo
|
| Peru |
Antiparasita, antiespasmódico,
inflamação da mucosa da garganta (catarro),
diabetes, diarréia, disenteria, febre, hipertensão,
indigestão, inseticida, piolho, disordens hepáticas,
sedativo, tumores (pele), úlceras (internas)
|
| Trinidad |
Depurativo, fraqueza, resfriado,
galactagogo, hipertensão, insônia. |
| Índia do Oeste |
Asma, parto, diarréia, hipertensão,
lactagogo, parasitas, escorbuto |
| Em todos os lugares |
Analgésico, artrite, asma,
adstringente, biliosidade, parto, cianogenético,
diarréia, disenteria, antitérmico, coração ,inseticida,
rim, lactagogo, fígado, malária, expectorante,
pediculicida, pesticida, tínea (infecção fúngica
superficial), escorbuto, sedativo, problemas
estomacais, tranquilizante |
Fitoquímica
Para
ver uma lista de pesquisas clínicas já
traduzidas para o portugues acesse aqui
Muitos
componentes bioativos e fitoquímicos têm
sido encontrados na graviola, assim como cientistas
têm estudado suas propriedades desde 1940. Muitas
das pesquisas em câncer com a graviola têm
como foco uma nova classe de fitoquímicos conhecida
por acetogeninas anonáceas
A Graviola produz estes componentes naturais na sua
folha, caule, casca e semente das frutas. Três
grupos de pesquisa diferentes isolaram estas substâncias
acetogeninas da graviola, as quais têm demonstrado
além de propriedades antitumorais e anticancerígenas
significantes, toxicidade seletiva contra vários
tipos de células cancerígenas (sem prejudicar
as células saudáveis). Os resultados
destas pesquisas foram publicados em oito estudos
clínicos. Muitas das acetogeninas demonstraram
toxicidade seletiva às células tumorais
, em baixas dosagens- tão baixas quanto 1 em
1 milhão. Quatro outros estudos foram publicados
em 1998; e além de outros fitoquímicos
específicos as acetogeninas demonstraram as
mais fortes propriedades anticancerígena, antitumoral
e antiviral.
As acetogeninas Annonaceous são as únicas
encontradas na família Annonaceae (à
qual a graviola pertence). Em geral, várias
acetogeninas Annonaceous na família das plantas
têm sido documentadas com atividades antitumoral,
antiparasita, pesticida, antiprotozoária, antiséptica,
anthelmíntica, e antimicrobiana . Estudos de
modelo de ação em três laboratórios
diferentes, recentemente determinaram que estas acetogeninas
são ótimos inibidores do processo enzimático
que somente é encontrado em membranas de células
de tumores cancerígenos. Esse é motivo
pelo qual são tóxicas para células
cancerígenas mas não causam toxicidade
em células saudáveis.
A Universidade de Purdue , em West Lafayette, Indiana,
tem conduzido um grande número de pesquisas
com acetogeninas, muitas das quais têm sido
apoiadas pelo Instituto Nacional do Câncer dos
EUA e/ou Ministério da Saúde. Além
disso, a Universidade de Purdue e/ou sua equipe arquivaram
pelo menos nove patentes americanas e/ou internacionais
sobre seu trabalho em relacão às propriedades
antitumorais e inseticidas e o uso destas acetogeninas.
Em 1997, a Universidade de Purdue publicou informações
com promissoras novidades sobre as acetogeninas Annonaceous
" . . . não somente são eficazes
antitumorais contra tumores que desenvolveram resistência
aos agentes anticâncer, mas também parecem
possuir uma afinidade especial para tais células
resistentes. Em várias entrevistas após
a publicação desta informação,
o chefe da Farmacologia de Purdue na pesquisa , explicou
como funciona. De acordo com sua explicação,
as células cancerígenas que sobrevivem
à quimioterapia podem desenvolver uma resistência
ao agente originalmente usado como à outras
drogas desconhecidas. Este fenômeno é
chamado de resistência à múltiplas
drogas (RMD).
Uma das alternativas pelas quais as células
cancerígenas desenvolvem resistência
à quimioterapia, é através da
criação de uma bomba de refluxo intercelular
chamada de bomba mediadora de glicoproteína-P.
Esses tipos de bomba são capazes de empurrar
os agentes anticâncer para fora da célula,
antes de matá-la.
Em média, apenas 2 % das células cancerígenas
em qualquer pessoa pode desenvolver este tipo de bomba.
Mas são estes 2% que eventualmente crescem
e se expandem para criar os tumores resistentes a
múltiplas drogas. Algumas das pesquisas com
acetogeninas mostraram que elas foram capazes de expulsar
estes complexos, e até mesmo matar tumores
RMD (tumores resistentes à múltiplas
drogas).
Pesquisadores de Purdue reportaram que as acetogeninas
preferencialmente matam células cancerígenas
resistentes a múltiplas drogas, bloqueando
a transferência de ATP- a mais importante fonte
de energia celular- em seu interior. Uma célula
tumoral necessita de energia para crescer e se reproduzir,além
de manter a capacidade da bomba de expulsar os agentes
que atacam estas células tumorais. Ao inibir
a energia da célula , o fluxo da mesma para
a bomba é interrompido e portanto, quando as
acetogeninas bloqueiam o ATP da célula tumoral
o tempo todo, a célula fica sem energia suficiente
para a manutenção de todos os processos
e morre. As células normais também desenvolvem
esse tipo de bomba; porém, elas não
requerem grandes quantidades de energia para seu funcionamento
e geralmente não são afetadas pelos
inibidores de ATP. Pesquisadores de Purdue reportaram
que 14 acetogeninas diferentes testadas, demonstraram
potentes propriedades bloqueadoras de ATP ( muitas
encontradas somente na graviola). Eles também
reportaram que 13 destas 14 acetogeninas testadas,
foram mais potentes contra células RMD de câncer
de mama em comparação a todas as três
drogas utilizadas como padrão de controle(adriamicina,
vincristina,e vimblastina).
Atividades Biológicas e Pesquisas
Clínicas
Em 1976 num programa de seleção e investigação
de plantas realizado pelo instituto Nacional do Câncer
(USA), as folhas da graviola apresentaram toxicidade
contra células cancerígenas. Desde então
pesquisadores de todo mundo tem se empenhado na procura
de novas descobertas.
As acetogeninas da graviola têm sido reportadas
como seletivamente tóxicas para os seguintes
tipos de células tumorais : tipos celulares
de carcinoma de pulmão; células de tumor
sólido de mama ; adenocarcinoma de próstata
; células de carcinoma pancreático;
células de adenocarcinoma de cólon;
tipos celulares de câncer de fígado;
células de linfoma humano; e adenocarcinoma
de mama resistente a múltiplas drogas.
Pesquisadores de Taiwan reportaram em 2003 que a principal
acetogenina da graviola, anonacina, era altamente
tóxica contra linhagens de células cancerígenas
de ovário, mamas, bexiga e pele em dosagens
muito pequenas. Um estudo interessante in vivo,realizado
com a inoculação de células cancerígenas
de carcinoma de pulmão em camundongos, foi
publicado em Março de 2002 por pesquisadores
no Japão que estudavam várias acetogeninas
encontradas em diversas espécies de plantas.
Um terço dos camundongos não recebeu
nada , um terço recebeu o quimioterápico
adriamicina, e um terço recebeu a principal
acetogenina da graviola, a anonacina (a uma dosagem
de 10mg/kg). Ao final de duas semanas, cinco dos seis
no grupo de controle sem tratamento continuaram vivos
e o tamanho dos tumores foram então, mensurados.
O grupo da adriamicina mostrou uma redução
de 54.6% da massa tumoral comparado ao grupo de controle-mas
50% dos animais foram a óbito por toxicidade
(três dos seis). Os camundongos que receberam
anonacina estavam todos vivos, e os tumores foram
inibidos em 57.9%,um pouco melhor que adriamicina
e ainda sem toxicidade. Este resultado levou os pesquisadores
a concluir; "Isto sugere que a anonacina foi
menos tóxica em camundongos. Considerando a
atividade antitumoral e a toxicidade, a anonacina
pode ser utilizada como precurssora para o desenvolvimento
de um agente anti-câncer potente.
Usos atuais
As pesquisas sobre Câncer estão em andamento
na procura de novas substâncias fitoterápicas,
como nas espécies de plantas do gênero
Anonna. Várias companhias farmacêuticas
e universidades continuam a pesquisar, testar, patentear
e sintetizar essas substâncias químicas
para a produção de novos fármacos.
A graviola parece estar seguindo o mesmo caminho que
outras drogas bem conhecidas na cura do câncer,
como o Taxol. Pesquisadores descobriram inicialmente
uma substância de efeito antitumoral na casca
da um árvore de teixo do Pacífico e
a chamaram Taxol. Essa pesquisa levou 30 anos a ser
realizada em conjunto com companhias farmacêuticas,
universidades e agências do governo antes de
ser aprovada oficialmente pelo FDA (Food and Drug
Administration) e poder ser vendida a pacientes com
câncer.
No caso da Graviola, as pesquisas levaram 10 anos
para sintetizar (reproduzir quimicamente) com sucesso
uma das principais substâncias antitumorais,
a Anonacina. Essa nova classe de acetogeninas tem
propriedades únicas de energia molecular, que
frustrou as primeiras tentativas de pesquisadores
e uma das maiores companhias farmacêuticas na
época (apesar de saberem da grande atividade
dessas substâncias naturais contra tumores).
Hoje em dia os cientistas já tem a habilidade
de recriar essas substâncias e várias
outras acetogeninas no laboratório. O próximo
passo será modificar quimicamente a estrutura
da substância (sem perder nenhuma propriedade
antitumoral no processo) para que possa ser patenteada
como uma nova droga anti-câncer.
Como aconteceu com o desenvolvimento do Taxol, várias
agências do governo como o Instituto Nacional
do Câncer e o Instituto Nacional de Saúde
poderão dar um passo a frente e lançar
em larga escala a pesquisa de câncer humano
sobre as acetogeninas, para que sejam sintetizadas
e patenteadas essas novas substâncias químicas
naturais extraída das plantas.
Nesse meio tempo, muitos pacientes com câncer
e profissionais de saúde não estão
mais podendo esperar. Eles estão aderindo a
medicina natural com a utilização das
cápsulas de Graviola, contendo folhas e caules
da planta (já foram documentados mais de 40
trabalhos científicos sobre as ações
benéficas das acetogeninas e anonacinas) como
uma terapia complementar ao seu tratamento. A graviola
tem uma longa história de uso como medicina
natural, tradicional e segura. As pesquisas indicam
que as acetogeninas antitumorais são seletivamente
tóxicas somente para células cancerígenas
e não para células saudáveis.
Enquanto que pesquisadores confirmam a existência
de grandes dosagens dessas acetogeninas antitumorais
nas sementes da fruta e raízes da Graviola,
foram descobertos diferentes alcalóides presentes
em suas sementes e raízes com efeito neurotóxico
em testes preliminares in vitro. Estudiosos sugeriram
que esses alcalóides estão relacionados
a manifestação de uma atípica
doença de Parkinson, em países onde
as sementes são vendidas como um remédio
natural contra parasítas. Portanto a utilização
das sementes e raízes da graviola não
são recomendadas.
A dosagem terapêutica das folhas da graviola
(que oferece uma concentração de acetogeninas
semelhante ao das raízes e sementes) é
de 2 – 3 gramas 3 a 4 vezes ao dia.
Como o mecanismo de ação da graviola
visa diminuir o ATP das células cancerígenas,
quando este for combinado com outros suplementos alimentares
ou fitoterápicos que aumentem o ATP celular,
seu efeito torna-se reduzido ou alterado. O principal
suplemento que eleva os níveis de ATP na célula
é um antioxidante comum denominado Coenzima
Q10 e por essa razão não deve ser ingerido
junto com a graviola.
A Graviola é certamente um remédio natural
promissor, o que enfatiza a importância da preservação
dos ecossistemas de florestas remanescentes no Brasil.
"Algumas vezes, basta que um número suficiente
de pessoas acredite que a possível cura para
o câncer está realmente em uma planta
da floresta tropical, para que os passos necessários
sejam dados em vista da proteção do
pouco que resta das nossas florestas tropicais.”
Um pesquisador resumiu essa idéia de forma
eloqüente: “ Nesse trabalho mais de 350
acetogeninas anonáceas foram isoladas 37 espécies
de plantas. Nossos esforços preliminares mostraram
que 50% das 80 espécies de anonáceas
investigadas são significativamente bioativas
e merecedoras de fracionamento ( processo químico
na busca de novos compostos). Estima-se que essa classe
de compostos cresça de forma exponencial no
futuro, desde que tais pesquisas ciêntíficas
sejam providas de suporte financeiro adequado. Com
o desmatamento das florestas tropicais do mundo, este
trabalho deve ser obrigatoriamente estimulado antes
que a diversidade de princípios ativos contida
dentre estas espécies, seja extinta.”
Sumário
da Graviola |
| Principais
Ações:Anticancerígena,
antitumoral, antimicrobiana, antiparasita, hipotensiva
(abaixa a pressão sangüínea)
Principais Usos
1. Contra Câncer (todos
os tipos)
2. Como antimicrobiano de amplo espectro,para
o tratamento de infecções causadas
por bactérias e fungos.
3. Para parasitas internos
e vermes
4. Para pressão
alta
5. Para depressão,
estresse e desordens nervosas
Propriedades e ações
recomendadas pela pesquisa: antibacteriano,
anticancerígeno, anticonvulsivante, antidepressivo,
antifúngico, antimalária, antimutagênico
(protetor celular), antiparasítico, antiespasmódico,
antitumoral, cardiodepressor, emético
(causa vomito), hipotensivo (diminui a pressão
sanguínea), inseticida, sedativo, estimulante
uterino, vasodilatador.
Outras propriedades
/ Ações documentadas pelo uso
tradicional:antiviral, cardiotônico,
decongestionante, estimulante digestivo, febrífugo
(reduz a febre), acalma os nervos, vermífugo,
contra piolhos.
Precauções:
Apresenta propriedades cardiodepressoras, vasodilatoras
e hipotensivas. Altas dosagens pode causar vômitos
e nauseas. Evitar combinar com suplementos que
aumentem o ATP celular como a coenzima CoQ10.
|
- Atividades e Propriedades Documentadas:
Antibacteriana, antihelmíntica, anticancerígena,
anticonvulsivante, antidepressiva, antifúngica,
antimicrobiana, antineoplásica, antiparasita, antiespasmódica,
antitumoral, antiviral, adstringente, cardiodepressiva,
citotóxica, antitérmica, hipotensiva, inseticida,
calmante ,expectorante, pesticida, sedativa, estomacal,
vasodiladora, vermífuga.
- Principais Fitoquímicos: Acetogeninas
Annonaceous: anocatalina, anohexocina, anomonicina,
anomontacina, anomuricatina A & B, anomuricina A
até E, anomutacina, anonacina, (múltiplos iso, cis,
um, etc.), anonacinona, anopentocina A até C, cis-anonacina,
cis-corossolona, cohibina A até D, corepoxylona,
coronina, corossolina, corossolona, donhexocina,
epomuricenina A & B, gigantetrocina, gigantetrocina
A & B, gigantetrocinona, gigantetronenina, goniotalamicina,
isoanonacina,javoricina, montanacina, montecristina,
muracin A até G, muricapentocina, muricatalicina,
muricatalina, muri-catenola, muricatetrocina A &
B, muricatinaD, muricatocina A até C, muricina H,
muricina I, muricoreacina, murihexocina 3, murihexocina
A até C, murihexol, murisolina, robustocina, rolliniastatina
1 & 2, saba-delina, solamina, uvariamicina I e IV,
xilomaticina.
- Contra-indicações: A Graviola demonstrou
possuir atividade estimulante do útero em um estudo
feito com animais (ratos) e portanto não deve ser
utilizada durante a gravidez. Também demonstrou
atividades hipotensiva, vasodilatadora e cardiodepressiva
em estudos com animais e é contraindicada para pessoas
com pressão arterial baixa. Pessoas em uso de medicação
antihipertensiva devem se assegurar com seus médicos
antes de administrar a graviola e ainda monitorar
sua pressão sanguínea de maneira apropriada (as
medicações podem precisar de ajuste de dose).
Propriedades antimicrobianas in vitro significantes
também foram demonstradas pela graviola. Uso crônico
e prolongado desta planta pode levar a morte / extinção
de bactérias normais do trato gastrointestinal,
devido às suas propriedades antimicrobianas . A
suplementação da dieta com probióticos e enzimas
digestivas é sugerida se a planta for utilizada
por mais de 30 dias.
A Graviola demonstrou propriedades eméticas em um
estudo em animais,realizado com porcos. Altas dosagens
únicas podem causar náusea ou vômito. Caso isto
ocorra, a utilização deve ser reduzida adequadamente.
Um estudo com ratos que receberam intragastricamente,
extrato do caule-casca (a 100 mg/kg) ,demonstrou
um aumento de dopamina, norepinefrina e da atividade
da monoaminoxidase, assim como uma inibição da liberação
de serotonina em ratos induzidos ao stress. È provável
que devido à isso , o uso desta planta é contraindicado
em combinação com inibidores da monoaminoxidase(MAO)
e em algumas prescrições de antidepressivos. Antes
de iniciar o uso da graviola, verifique com seu
médico se você se você se encaixa em algum dos dois
grupos citados acima.
Extratos alcóolicos da folha da graviola não demonstraram
toxicidade ou efeitos colaterais em camundongos
a uma dosagem de 100 mg/kg; porém a uma dosagem
de 300 mg/kg, foi observada uma redução no comportamento
explorativo e uma leve obstrução intestinal . Se
ocorrer sedação ou sonolência, a quantidade utilizada
deve ser reduzida.
- Interações Medicamentosas : Nenhuma interação
foi reportada, porém a graviola pode potencializar
a atividade de drogas antihipertensivas e cardiodepressivas.
Existe a possibilidade de potencializar as drogas
antidepressivas e interferir na atividade dos inibidores
de MAO(monoamino-oxidase). Veja as contra-indicações
acima.
Para uma listagem completa e atual das pesquisas
realizadas com a Graviola acesse aqui
Para uma listagem completa e atual das pesquisas
realizadas com o fitoquímicos annonacéias
acetogininas acesse aqui
Os links acima estão localizados no site
de pesquisas internacional
do Pubmed-Medline

Outros links do site da Raintree Nutrition
Inc 
Monografia
http://www.rain-tree.com/Graviola-Monograph.pdf
Usos Tradicionais
http://www.rain-tree.com/graviola-traditional-uses.pdf
Composição Química
http://www.rain-tree.com/graviola-chemicals.pdf
Atividades Testadas
http://www.rain-tree.com/graviola-activity.pdf
Referencias
http://www.rain-tree.com/graviola-references.pdf
**Todas informações
contidas neste site, tem apenas caráter informativo,
e náo visam prescrever ou ir de encontro
ao conselho médico. Se voce está procurando
tratar qualquer doença, procure um profissional
de saúde.
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