SELECIONAR

:: Amazon AV
:: Bowel Support
:: Graviola
:: Immune Support
:: Jergon Sacha

:: Kidney Support

:: Liver Support
:: Lung Support
:: Menstrual Support
:: N-Tense
:: N-Tense 2
:: Prostate Support
:: Unha de Gato

 




 
Para a manutenção das funções do intestino do ponto de vista nutricional, esta formulação é uma combinação apropriada de plantas medicinais utilizadas na medicina popular e por fitoterapeutas para desarranjos intestinais.

Muitas plantas desta formulação têm sido citadas por pesquisadores por possuir propriedades antibacteriana, antiinflamatória e antiespasmódica.

Ela contém a Unha de Gato, que o Dr. Brent Davis D.C. se refere como "abre caminhos" por sua capacidade de limpeza do trato gastrintestinal e por sua experiência com a eficácia no tratamento de desordens estomacais e intestinais como Doença de Crohn, síndrome do intestino solto, diverticulite e outros estados inflamatórios relacionados aos intestinos.

Dosagem/Indicações | Componentes
  •  DOSAGEM/INDICAÇÕES
    Como complemento alimentar, tomar 2-3 cápsulas 3 vezes ao dia.

    Vendida em frascos de 120 cápsulas. Cada cápsula contém 650 mg das seguintes plantas medicinais

  •  COMPONENTES

    Unha de Gato (Uncaria tomentosa)
    A Unha de gato está ganhando notoriedade por suas propriedades antiinflamatórias, incluindo no intestino.

    Ela é mais conhecida e utilizada por suas propriedades imunoestimulante e imunomodulatória já patenteadas.

    Nos últimos anos, muitos fitoterapeutas famosos tem escrito artigos científicos a respeito dos excelentes resultados com a Unha de Gato na síndrome do cólon irritado (IBS) e outras doenças relacionadas ao intestino e cólon.
    REFERÊNCIAS
    4 US PATENTS FILED

    Sandoval-Chacon M, Antiinflammatory actions of cat's claw: the role of NF-kappaB. Aliment Pharmacol Ther. 1998 Dec;12(12):1279-89.
    Aquino R, et al. Plant metabolites. New compounds and anti-inflammatory activity of Uncaria tomentosa. J Nat Prod. 1991 Mar-Apr;54(2):453-9.
    Senatore A, et al. [Phytochemical and biological study of Uncaria tomentosa]. Boll Soc Ital Biol Sper. 1989 Jun;65(6):517-20.
    Other Clinical Research

    Macela (Achyrocline satureoides)
    Na medicina popular e pela população em geral do Brasil, a Macela é usada como antiinflamatório, antiespasmódico e analgésico nos distúrbios gástricos, na diarréia e disenteria.

    Em estudos utilizando ratos e camundongos, a Macela demonstrou possuir propriedade analgésica, antiinflamatória e relaxante da musculatura lisa tanto internamente (musculatura gastrintestinal) quanto externamente sem mostrar toxicidade.

    Um estudo in vitro demonstrou que a Macela é moluscicida e provoca mutagênese em Salmonella e E. coli, o que poderia explicar a utilização por populares contra disenteria, diarréia e infecções
    REFERÊNCIAS
    Rojas de Arias A, Mutagenicity, insecticidal and trypanocidal activity of some Paraguayan Asteraceae. J Ethnopharmacol. 1995 Jan;45(1):35-41.
    Simoes, C.M., 1988. Antiinflammatory Action of Achyrocline satureioides Extracts Aplied Topically. Fitoterapia 59 5: 419-421 (1988)
    Simoes, C.M., 1988. Pharmacological Investigations on Achyrocline satureioides (Lam).Dc., Compositae. J Ethnopharmacol 22 3: 281-293 (1988)
    Anesini C, et al. Screening of plants used in Argentine folk medicine for antimicrobial activity. J Ethnopharmacol. 1993 Jun;39(2):119-28.
    Vargas, V. 1991., Genotoxicity of Plant Extracts. Mem Inst Oswaldo Cruz Rio De Janeiro 86 11: 67-70 (1991)
    Vargas, V.M.F., 1990, Mutagenic and Genotoxic Effects of Aqueous Extracts of Achyrocline satureoides in Prokaryotic Organisms. Mutat Res 240 1: 13-18 (1990)
    Other Clinical Research


    Boldo (Peumus boldus)
    O Boldo é utilizado na fitoterapia para o tratamento de hepatite, reumatismo, sífilis e verminoses.

    Mostrou-se ser anti-séptico e diurético, podendo melhorar os quadros de infecções urinárias, eliminação de ácido úrico e pedras nos rins. A atividade colerética desta planta tem sido atribuída ao alcalóide aporfínico, a boldina, que já demonstrou possuir efeito diurético, excretor de ácido úrico, antipirético, antiinflamatório e antioxidante.

    Em um estudo realizado em 1997, utilizando um modelo experimental agudo em animais, demonstrou-se o efeito citoprotetor e antiinflamatório.

    A administração de boldina mostrou proteção (através da redução do número de células mortas, de desorganização tecidual e de edema) no cólon de animais com colite induzida pela administração intratecal de ácido acético.

    A boldina também reduziu a infiltração de neutrófilos, determinada pela atividade da enzima mieloperoxidase, não afetando, porém, os lipoperóxidos teciduais. Descobriu-se que a boldina é capaz de preservar o transporte de fluido no cólon, uma função afetada de maneira acentuada nos tecidos dos animais tratados com o ácido acético.
    REFERÊNCIAS
    Gotteland M, et.al., Protective effect of boldine in experimental colitis. Planta Med. 1997 Aug;63(4):311-5.
    Gotteland M., et.al., Effect of a dry boldo extract on oro-cecal intestinal transit in healthy volunteers Rev Med Chil. 1995 Aug;123(8):955-60.
    Backhouse N, et.al., Anti-inflammatory and antipyretic effects of boldine. Agents Actions. 1994 Oct;42(3-4)
    Other Clinical Research on Boldo
    Other Clinical Research on Boldine

    Jurubeba (Solanum paniculatum)
    A Jurubeba consta como droga oficial na Farmacopéia Brasileira, é utilizada para o tratamento de anemia e problemas do fígado. Por volta de 1965, um médico brasileiro, Dr. G. L. Cruz descreveu que "as raízes, folhas e frutos são utilizados como tônico e descongestionante.

    Estimula as funções digestivas e reduz o edema do fígado e baço." Atualmente, a jurubeba é utilizada na medicina brasileira como tônica, nas desordens do fígado e baço, síndrome do cólon irritado, gastrite crônica e outras funções e disfunções digestivas.

    O chá das folhas da Jurubeba é um dos mais comuns remédios caseiros do Brasil para ressacas e alívio de indigestões, gases e cólicas intestinais devido ao consumo exagerado de álcool e de comida.
    REFERÊNCIAS
    Clinical Research

    Simarouba (Simarouba amara)
    A Simarouba tem um longo histórico na fitoterapia de muitos países e é considerada como adstringente, digestiva, anti-helmíntica e emenagoga, utilizada ainda na diarréia, disenteria, malária e colite.

    Em 1962, pesquisadores descobriram que a Simarouba demonstrou atividade antiamébica em humanos e um estudo no ano de 1976 pelo Instituto Nacional do Câncer (EUA) verificou que sua eficácia na amebíase intestinal em humanos chegou a 91,8%.

    Tayuaya (Cayaponia tayuya)
    Atualmente, é utilizada no Brasil como analgésico, antiinflamatório, tônico, depurador do sangue e desintoxicante, e ainda como diurético no tratamento de diarréia, epilepsia, regulador do metabolismo, dores de coluna e do nervo ciático, dores de cabeça, gota, nevralgia, constipação, anemia, cólera, dispepsia, problemas estomacais, fadiga e estados debilitantes, problemas da pele, artrite e reumatismo, sífilis, tumores (especialmente das juntas) e como anestésico em diversas condições.
    REFERÊNCIAS
    Ruppelt BM, 1991 Pharmacological screening of plants recommended by folk medicine as anti-snake venom--I. Analgesic and anti-inflammatory activities Mem Inst Oswaldo Cruz 86, 203-205
    Huguet, A.I. 1990. Superoxide scavenging properties of flavonoids in a non-enzymic system, Z Naturforsch [C], Jan-Feb.
    Himeno E, Structures of cayaponosides A, B, C and D, glucosides of new nor-cucurbitacins in the roots of Cayaponia tayuya. Chem Pharm Bull (Tokyo) 1992 Oct;40(10):2885-7
    Other Clinical Research

    Anamu (Petiveria alliacea)
    Em 1972, um grupo de pesquisadores alemães publicaram um estudo com as atividades antimicrobianas in vitro contra vários patógenos, incluindo contra várias bactérias Gram positivas e Gram negativas, micobactéria causadora de tuberculose e várias cepas de fungos.

    Em 1979, suas propriedades antibacterianas foram demonstradas por um outro grupo de pesquisadores, que incluíram em seu estudo as bactérias E. coli e Pseudomonas. Suas atividades antifúngicas foram novamente publicadas por outro grupo de pesquisadores, desta vez em 1991.

    Pesquisadores da Guatemala e Áustria continuaram o estudo das atividades antimicrobianas, publicando dois estudos em 1998, confirmando sua atividade in vivo e in vitro contra várias bactérias, fungos e protozoários.
    REFERÊNCIAS
    Caceres A, et.al. Plants used in Guatemala for the treatment of protozoal infections. I. Screening of activity to bacteria, fungi and American trypanosomes of 13 native plants. J Ethnopharmacol. 1998 Oct;62(3):195-202.
    Berger I, et.al., Plants used in Guatemala for the treatment of protozoal infections: II. Activity of extracts and fractions of five Guatemalan plants against Trypanosoma cruzi. J Ethnopharmacol. 1998 Sep;62(2):107-15.
    Benevides PJ, et.al., Antifungal polysulphides from Petiveria alliacea L. Phytochemistry. 2001 Jul;57(5):743-7.
    Other Clinical Research

    **Estas informações , tem apenas caráter informativo, e não visam prescrever, diagnosticar ou substituir o conselho médico.